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Digimon Krieg

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Re: Digimon Krieg

Mensagem por Gol D. Roger em Qua 26 Set 2012, 9:21 pm

Fala Rei! Fiquei sem ler a fic quando postou aqui, mas ontem eu tava no Nyah e por acaso reconheci você lá o/ Ontem eu li o prólogo e comecei o primeiro capítulo, hoje ainda eu leio o resto e edito esse post pra dizer o que achei!

Edit:

Parece bem ansioso pelos resultados xD Dá pra ver que você adora ficar escrevendo e vendo os comentários.

Só vou falar agora do prólogo do capítulo um, se você for esperar eu ler o dois pra falar só vai sair do pc amanhã Sad por causa de minha preguiça no momento.

Foi meio estranho o prólogo cortar no meio e continuar no primeiro capítulo, acho que não precisava de prólogo nesse caso... Mas quem sabe é você, a fic é sua. Suspamon, além de ser criado por você, parece ser foda e ter aquela aura de perigo em volta dele e tals, mas não senti isso com força no texto. Tipo, pelo que entendi ele deixou tudo escuro e tals, impressionando com seus poderes de saber de tudo; e por isso eu acho que faltou um pouco de passar no texto aquele medo que Wolfgang deve ter sentido ao ver tudo isso e ser agarrado pelo ser escuro lá... Enfim.

Mephis mostra ser calmo e um pouco mais medroso do que o esperado. Wolf já começou com aquele mistério do passado meio clichê mas que também pode ser algo surpreendente e legal no futuro da história. Só não gostei quando você começou a "classificar" os digimons como bons e maus. LOL O anime de digimon foca muito nisso, anime cheio de digimons vazios que hora são bons porque não fazem porra nenhuma, e hora são maus porque têm de ser pra história andar. Você trouxe um pouco disso pra fic (não do mesmo jeito, claro), com Andromon falando que não era "mau", ou Mephis depois de ficar bonzinho ficar medroso etc. Não tenho como dizer como vai ser isso de bem e mal no futuro... Só lendo, e quem decide as coisas é você.

Na minha humilde opinião, em alguns momentos as exclamações foram usadas demais. Até aí tudo bem, realmente são necessárias no texto, mas em certas horas ficou fora de lugar.

O texto ficou bom, mas senti fraqueza nele uma única hora. Na hora em que Wolf e Mephis partem para o Mundo Digital, eles simplesmente começam a andar numa direção aleatória. Acho que na história o pessoal que chamou eles deveria dar algum modo de contato, ou uma maneira de eles virem direto ao Andromon, ou eles já saberem onde estão e irem de encontro. Sair andando aleatoriamente e encontrarem Andromon por acaso é forçar os plot devices.

E também achei que um Andromon tão bonzinho e que não fala nada mais que o necessário foi estranho. Ele não era inimigo de Mephis/Suspa? Seria bem mais interessante com uma cena dele conversando com alguém de fora sobre ter que se aliar a ele agora, daí você poderia decidir se ele realmente esqueceu de tudo ou se está se aliando contra a vontade. Achei o Andromon vazio de sentimentos por isso. É preciso tomar cuidado para os personagens que vão aparecendo não se tornarem meras peças para os protagonistas avançarem sem falar nem sentir nada de mais, isso acontece aos MONTES no anime e eu acho definitivamente uma das coisas que me faz detestar Digimon às vezes.

Vou ler o segundo cap. e se possível posto em seguida, e óbvio que gostei da fic, tá de parabéns (só comento em fics que me interessam). Ficou parecendo que eu achei a fic ruim porque eu só falei dos erros, mas calma, tá muito boa xD Fico curioso para saber como a relação entre Wolf e Mephis, Carla e Poncho irá se desenvolvendo.

Sua ortografia também é muito boa, além daquele erro na palavra que já disseram, não vi mais nenhum nessas partes que li, quanto a isso tá de parabéns.

Você tem um ótimo conteúdo pra explorar nessa história: os chefes de Estado x Suspa x a X1. Aproveite que você pensou em uma guerra de três lados (pelo menos eu entendi isso) e explore ao máximo as situações. Não se esqueça dos Digimons que só querem ficar em paz, nem daqueles que podem querer se aliar para ganho próprio, ou aqueles que são intrusos... Com a história base que inventou dá pra criar muitas situações inteligentes e interessantes. Você pode ter uma fic super foda e emocionante, potencial eu vi que tem. Smile


Última edição por Gol D. Roger em Qua 26 Set 2012, 10:44 pm, editado 2 vez(es)
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Re: Digimon Krieg

Mensagem por Digi Rei em Qua 26 Set 2012, 9:36 pm

Oh, ok então...
Espero se comentário... Não vou "CITAR", já que vai editar!

EDIT:
Bem, não vou comentar coisa por coisa, senão isso aqui ia ficar enorme também, apenas vou escolher os mais importantes.
Gol D. Roger escreveu:Foi meio estranho o prólogo cortar no meio e continuar no primeiro capítulo, acho que não precisava de prólogo nesse caso...
Bem, eu só quis fazer um prólogo para adiantar um pouco mais os personagens e algumas coisas, para não jogar tudo de uma vez no capítulo um!

Gol D. Roger escreveu:Suspamon, além de ser criado por você, parece ser foda e ter aquela aura de perigo em volta dele e tals, mas não senti isso com força no texto. Tipo, pelo que entendi ele deixou tudo escuro e tals, impressionando com seus poderes de saber de tudo; e por isso eu acho que faltou um pouco de passar no texto aquele medo que Wolfgang deve ter sentido ao ver tudo isso e ser agarrado pelo ser escuro lá... Enfim.
Bem, eu explorei MUITO pouco o inimigo, pretendo deixar para explorá-lo mais do meio para o fim da história. Ainda tem muitos... "sub-inimigos" para aparecerem!

Gol D. Roger escreveu:Mephis mostra ser calmo e um pouco mais medroso do que o esperado.
Ele tenta ser bem calmo, pois é assim o seu jeito, mas quando precisa ser forte e bravo, assim ele faz!

Gol D. Roger escreveu:Na minha humilde opinião, em alguns momentos as exclamações foram usadas demais. Até aí tudo bem, realmente são necessárias no texto, mas em certas horas ficou fora de lugar.
É, eu sei... kkkk' Estou usando demais os pontos de exclamações! (< aí, usei...)

Gol D. Roger escreveu:Sair andando aleatoriamente e encontrarem Andromon por acaso é forçar os plot devices.
PLOT DEVICES?
Enfim, só relendo a parte percebi que Andromon estava andando mesmo pela vila kkk' Eu pensei que alguém foi chamá-lo, estava com isso na cabeça! kkk'

Gol D. Roger escreveu:Seria bem mais interessante com uma cena dele conversando com alguém de fora sobre ter que se aliar a ele agora, daí você poderia decidir se ele realmente esqueceu de tudo ou se está se aliando contra a vontade.

Vou pensar em algo do tipo para o próximo capítulo! Wink

Gol D. Roger escreveu:os chefes de Estado x Suspa x a X1
Chefes de estado? Não me lembro disso!

Bem, de resto... OBRIGADO POR LER E OBRIGADO PELA CRÍTICA QUILOMÉTRICA! kkkkkkkk'
Adoro críticas enormes! Very Happy
Espero que goste do segundo e o três vai demorar mais ainda! kkk' Shocked

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Re: Digimon Krieg

Mensagem por Gol D. Roger em Qui 27 Set 2012, 6:24 am

Li o segundo capítulo o/

Enquanto que no primeiro e no prólogo eu vi raríssimos erros, nesse segundo capítulo eu vi vários erros, letras faltando etc. Esse tipo de coisa que acontece na pressa... A história tá ficando interessante e boa, só senti falta de falar um pouco mais do digivice. Tem 8129308123908 tipos de digivice, como vamos saber qual você tá usando? Se falou isso no outro capítulo então é erro meu, porque não lembro agora xP (e o Andromon ficou parado na hora da luta? LOL)

Essas exclamações... Tem horas em que elas caem como uma luva, e fica perfeito:

Por favor, tenham cuidado, lá é um dos lugares mais perigosos do qual eu já passei!
[...]se der, vou tentar vasculhar a área perto do monte, para ver se acho seu amigo!
Cala a boca! Não diga isso! Isso não é nada bom!
Aaah! Não me faça rir! Eu já estou farto de vocês e daquele traidor idiota do Mephistomon!
Essa é a vila... A vila do Andromon!
Está... Perfeito!
Sim. Muitos!
Sair é que não!

E outras que não têm absolutamente nada a ver e fica tosco e horrível:

Que os Soulmons podiam não reconhecê-los! Mas este o reconheceu.
Acenderam e esperaram o fogo crescer!
[...] que foi para o alto de uma árvore, contratacar!

Dá pra perceber claramente que colocar elas na narração normal fica ruim, enquanto fica bom e normal nas falas. Na verdade, eu acho que não há necessidade alguma de colocar exclamação na narração; sinceramente baixa a qualidade do texto. Mas essa baixa é raramente percebida, quando as exclamações são usadas nas falas, pois é o lugar delas.No mais, a escrita continua boa e agradável; apesar dos erros por causa da pressa seu vocabulário é impecável.

Desculpe se pareci arrogante, mas como vi que você realmente se importa com a fic resolvi ajudar no que posso a deixar o quanto melhor =)
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Re: Digimon Krieg

Mensagem por Digi Rei em Qui 27 Set 2012, 10:01 pm

Arrogante? Que nada!
Obrigado por dizer onde elas se encaixam bem e onde vão nada bem... kkk'

Vou tentar melhorar o vocabulário, retirar as exclamações desnecessárias e ir mais de vagar, isso eu posso prometer (não me cobre, ok? kkk'), pois o três nem começou, quem sabe esse final de semana?

Não me lembro bem, mas acho que disse do digivice no prólogo, entretanto, eu vejo ele como um Data Link de Savers, pois é assim que me vêm na cabeça a maioria dos digivices!
Como do Savers, roxo e preto, o do Wolf!

MUITO OBRIGADO POR LER!
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Re: Digimon Krieg

Mensagem por Gol D. Roger em Sex 28 Set 2012, 2:21 am

Esqueci de responder à pergunta, plot device é mais ou menos quando as coisas que acontecem são moldadas por você pra a história seguir adiante, só que de uma maneira forçada e sem lógica (falei isso por causa da parte do Andromon aparecer do nada e eles irem andando pra lugar nenhum no início). É mais ou menos aquele tipo de situação que acontece muito em animes não tão sérios que só servem pra a história continuar andando e quebra o realismo.

Plot devices normalmente são personagens ou objetos, e existem devices positivos aceitáveis que se encaixam também. Enfim...
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Re: Digimon Krieg

Mensagem por Diego N.L. em Sab 29 Set 2012, 2:09 am

O título da sua fanfic chamou minha atenção há algum tempo, mas só agora tive oportunidade de ler o prólogo e o primeiro capítulo.

Em primeiro lugar, parabéns pela criatividade! A fanfic me surpreendeu em vários aspectos, justamente por inovar bastante - colocar Mephistomon como protagonista, por exemplo... poucos são os que colocam um digimon supostamente maligno como parceiro de um Escolhido. Além disso, percebi que tem uma carga cultural boa, como é mostrado em alguns pontos da história. Essa história promete!

Quanto à organização, eu diria que deve melhorar algumas coisas. Por exemplo... Seus capítulos grandes, e isso não é algo negativo. Eu pelo menos considero positivo; contudo, digamos que ver blocos de texto muito grandes pode "assustar" os leitores, entende? Para evitar isso, é uma boa começar a falhar linhas com mais frequência... Acho que o ideal seria separar blocos de texto que são "descrições", "diálogos" e "ações", falhando uma linha ao passar de um para o outro. Outra coisa que eu mudaria é os pensamentos, considero melhor deixá-los em itálico, mas aí veja como prefere!

Quanto às descrições, as dos lugares estão boas, mas eu reformularia as dos personagens. Não precisa descrever minuciosamente cada detalhe, mas passar várias pequenas informações sobre aparência e personalidade seria algo ótimo - por exemplo... "Wolfgang Herz era um garoto austríaco que tinha quinze anos de idade. Alto/baixo, tinha cabelo loiro claro/escuro e olhos azuis. Sobre o corpo magro/gordo, trajava um belo/feio terno preto sobre uma camisa branca. Em sua grande mansão, levava uma vida solitária [...]". A meu ver, abusar dos adjetivos na hora de descrever é algo interessante! As descrições dos digimons não precisam ser tão aprofundadas, ao menos as dos mais conhecidos... Agora, é preciso tomar um cuidado especial com as descrições dos digimons inventados. Senti a falta de se aprofundar mais um pouco na de Suspamon - deu pra captar a aparência dele, mas como o Gol D. Roger disse, faltou passar "aquela" emoção, sabe?

Por enquanto são essas as sugestões que tenho para dar... A história está bem criativa, e também não vi grandes repetições. O potencial da fanfic é grande, só precisa escrever com calma, melhorando esses pontos que citei e tentando ao máximo explicar os sentimentos dos personagens, para dar a emoção final!

Em breve leio o segundo e comento. =)

Abraço
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Re: Digimon Krieg

Mensagem por Digi Rei em Sab 29 Set 2012, 9:58 am

Ok, vamos lá então!
Primeiramente, obrigado por ler e pelos elogios e as dicas!

Bem, os capítulos são grandes, eu mesmo tenho preguiça de lê-lo, por esse motivo que as não coloco os pensamentos dos personagens em itálico, mas vou pôr no próximo capítulo! Wink

Eu tinha separado o texto em algumas partes, em outro lugar que postei, só que fiquei, novamente, como preguiça de fazer isso novamente!
Vou pôr isso também no próximo capítulo!

Como disse antes, não comecei o terceiro capítulo, mas vou tentar explorar um pouco mais Suspamon no próximo. Tentarei passar um pouco mais da sua maldade e explorar "sua vida". o/

Espero seu comentário do segundo capítulo! \o/

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Re: Digimon Krieg

Mensagem por Mickey em Seg 08 Out 2012, 9:37 am

Sim! Sim! Não...

Então Caro Digi Rei!

Esse episódio sai ainda em Outubro? =)

Rsrsrs brincadeiras a parte... só passei para te atormentar.
E hoje não será o único...

Portanto bota lenha nessa história!

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Re: Digimon Krieg

Mensagem por Digi Rei em Sab 17 Nov 2012, 10:50 am

Foi mal... Vou ver se posto em breve! Embarassed

Eu fiquei um pouco desanimado para escrever e depois meu teclado ficou ruim, não funcionavam algumas teclas, inclusive o ponto de interrogação, que às vezes eu exagero. kkk'

Enfim, vou trazê-lo o mais breve possível
Mickey, não feche o tópico... kkkk' Rolling Eyes

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Re: Digimon Krieg

Mensagem por Gol D. Roger em Sab 17 Nov 2012, 11:06 am

o/

Há umas semanas eu tava pensando mesmo em perguntar a você se ia continuar a fic... Boa sorte, estou esperando!

e comente na minha quando puder
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Re: Digimon Krieg

Mensagem por Digi Rei em Sab 17 Nov 2012, 2:47 pm

Gol D. Roger escreveu:o/

Há umas semanas eu tava pensando mesmo em perguntar a você se ia continuar a fic... Boa sorte, estou esperando!

e comente na minha quando puder
kkkkkkk'
Assim que possível vou lá ver, ok?

Bem, o capítulo pelo que eu já escrevi está indo bem, claro que eu não posso deixar de pôr uma lutinha, né? Enfim, vai sim ter luta para quem gosta muito de ação. Vou tentar caprichar, pois acabei de colocar na fic um novo personagem e acho que estou gostando de desenvolvê-lo!

Uma previsão para o laçamento? Rolling Eyes
Hum... Talvez no começo de Dezembro, pois eu fico meio desanimado para escrever quando tenho prova para fazer e as finais vêm aí! Fui mal em matemática, por isso, vou rachar de estudar! o/
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Re: Digimon Krieg

Mensagem por Digi Rei em Qua 05 Dez 2012, 3:37 pm

E aí pessoas?"

Voltei aqui com o capítulo 3! Bem, se demorei tanto para o três, imagina só o quatro! kkk' Brincadeira, vou tentar ser o mais breve possível para postar o próximo, aliás, são as férias!

Bem, para quem não sabe, JOHANNES, que é um nome Alemão, lê-se "iorranes".

Depois deste aviso, vamos ao capítulo:

Do meio da mata saiu um jovem alto, com um típico sobretudo preto. Seu cabelo ruivo estava desarrumado e vinha segurando o braço, como se estivesse com dor. Um digivice preto com detalhes roxo estava em sua mão.
- E aí? Como foi, Johannes? – Perguntou uma menina de sobretudo também preto, cabelos azuis e camiseta azul-clara por dentro.
- Nada bem! – Contou. – Aqueles desgraçados me venceram!
- O quê? Está querendo parecer mais fraco???
- Não, mas...
- Argh! – Exclamou ela batendo o pé no chão. – Como pode um simples digimon vencer, Duskmon? Seu digimon não era para ser um dos mais fortes da Kurooni?
- Você... Você não me disse que ele tinha um Mephistomon!
Ela deu de ombros. Andou um pouco pelo lugar e disse:
- Eu não sabia, ok?!
- Mas eles que me aguardem! Eu vou voltar e acabar com aqueles moleques idiotas! Isso foi apenas um teste, eu vou destruir todos eles e dar suas almas ao Mestre Suspamon!


Wolf e seus amigos preparavam as coisas para partir mais uma vez. Devia ser mais ou menos duas da tarde. O garoto não dormira, mas conseguiu descansar e aliviar o cansaço da viagem até aquele lugar. Mas uma pergunta não saía de sua cabeça: Quem era aquele garoto? Quis lutar para destruí-lo, mas por quê?!
Bullmon estava com toda a carga presa a seu corpo. Andromon ajeitava algumas coisas para que o digimon as carregasse mais confortavelmente. Carla, para ajudar Bullmon, escolheu carregar uma mochila, que tinha suprimentos e alguns cantis de água e chapas, panelas e talheres.

Wolfgang foi o primeiro a dizer “Vamos lá!”. Mas demorou um pouco até que todos já tivessem mandado a preguiça embora e começassem a caminhar para o meio da floresta.
O tempo estava um pouco quente, era fácil suar, e para ficar cansado não precisava de muito esforço. As árvores pareciam aumentar de tamanho conforme se distanciavam do lugar de onde almoçaram.

Depois de um tempo de caminhada, sem ninguém dizer nada, Wolf perguntou:
- Andro... Andromon, quando iremos chegar?
- Há, há, há! À X-1 vai demorar muito!
- Não! Quando chegaremos até a próxima cidade? – Falou o garoto o olhando para o digimon e andando de costas.
- A Cidade de Ogawa. A cidade do Pequeno Rio... Não está tão longe... Nem tão perto. Quem sabe... Ah, já sei, amanhã de manhã talvez cheguemos à cidade se andarmos até mais ou menos quando as luas surgirem.
- Não há uma cidade mais perto, Andromon? – Disse Carla parando e Ponchomon também. Aliás, todos pararam. – Qual era o nome mesmo? Ah, lembrei, Kijiji ya Miti, a Vila das Árvores!
- Bem, ela foi abandonada há alguns anos. Dizem que foi atacada por um dos exércitos de Suspamon. Mas isso me lembra do lugar onde ela fica! Um vale lindo, onde poderemos passar a noite!

Depois dessa breve conversa, eles vagaram pela floresta, cujas árvores aumentavam gradativamente, até chegar a uma pequena clareira, onde pararam por alguns minutos. Beberam um pouco de água e comeram alguns petiscos, também encheram novamente os cantis!
Todos repararam nas árvores, elas tinham em torno de quarenta metros, ou mais. Andromon observava todos, que olhavam as gigantes árvores perto daquela pequena clareira.
Depois de alguns minutos de descanso, voltaram a caminhar. Wolf não aguentava mais esperar até chegar a tal vila abandonada. Aparentava cansaço, mas na verdade era pura curiosidade e vontade de parar de vez de caminhar.

De repente, o número de árvores diminui e eles chegam perto da beira de um precipício. Atrás, árvores de quarenta metros, à frente, um precipício aparentemente sem fim.
- Ok. Chegamos! – Falou o digimon androide.
- Mas o quê? Não tem nada aí! É só um buracão! – Esbravejou o jovem.
- Já...
Andromon ia terminar de falar, mas foi cortado por Carla e Ponchomon que olhavam pasmos para baixo.
- V-Venham ver! – Falou ela.

Ao olhar para baixo, não só perceberam que o lugar é alto demais, mas que havia árvores extremamente grandes, não de quarenta metros, maiores! Deviam ter em torno de duzentos metros meio e tinha a parte de cima repleta de galhos e folhas. Em baixo não havia galhos, apenas o grande tronco.
Andromon ficou feliz ao ver os amigos olhando para as árvores, como se fossem um tesouro que valesse milhões. Não eram muitas, mas daquelas poucas, dava-se para admirar muito a beleza.

- São conhecidas como Swobo, as últimas grandes árvores do Digimundo! Se vocês se espantam com essas, não perdem por esperar por uma que fica mais no meio da floresta. Em torno de 280 metros, a maior de todas!
- Como isso é possível?
Andromon apenas sorriu. Ele não sabia responder esta pergunta, uma das únicas que ele não sabia a resposta. Mas ele acreditava que aquilo foi criado por Huanglongmon, o Senhor do Digimundo.
Depois disso, Andromon ficou olhando para baixo, como se procurasse por uma grande almofada, onde ele iria cair se o digimon se jogasse dali.
- Hã... Andromon? O que houve? – Indagou Wolf.
- Um jeito de descer... Eu me lembro de que há um jeito de descer! É uma... Uma rampa natural! Ela fica por... – Arregalou os olhos quando achou o que queria. – Ali! – Apontou para um tipo de descida, que mesmo parecendo feita por alguém era natural do lugar. Fazia várias curvas!

Eles se dirigiram até onde havia um arbusto encobrindo a passagem e desceram pela rampa natural, que parecia não ser usada há muito tempo, pois plantas já tomavam conta do local.
Atravessaram alguns arbustos, que por sorte não eram espinhosos e desceram até um ponto, onde viraram e desceram novamente e assim por diante, descendo e virando para esquerda ou direita, num zigue-zague que parecia não acabar... Até que chegaram à entrada da floresta.

Troncos enormes os recebiam com o topo cheio de folhas. Havia pequenas árvores também, mas elas eram a minoria, junto com as grandes Swobo que se encontravam mais adentro da floresta.
Todos ficaram admirandos as grandes as árvores, que nada se comparavam com aquelas gigantescas árvores do meio da floresta. Tocavam nos troncos imaginando se aquilo era real ou algo fantástico.

E imaginar que isso deveria ter na Terra à milhares de anos... Que lindo!”, pensou Wolfgang.
- Kajiji ya Tiki está onde, Andromon? – Indagou a garota que já entrava na floresta.
- Há, há, há! Acalme-se, garota! A cidade está no meio da floresta. Não muito longe daqui. Mais alguns minutos.

Carla riu um pouco junto com Ponchomon e então todos pararam de admirar as árvores e se dirigiram para o meio da floresta. Não estava tão escura assim, mesmo com as copas das árvores de quarenta metros juntas.
Andaram por alguns minutos olhando tudo em volta. Eram, troncos muito grandes, porém, de acordo com o que Andromon havia dito, não deviam nem chegar perto das Swobo.
O tempo de caminhada havia se esgotado, quando viram algumas construções de pedras em ruínas. Aproximaram-se e puderam observar melhor as construções. Pareciam casas, no total eram duas. Uma à esquerda e outra à direita da estrada por onde passavam. Ambas feitas de pedras do tamanho de uma mochila, eram ásperas, entretanto, bem cortadas.

- Aqui era um tipo de “recepção” da cidade. Só podia entrar quem era convidado ou se viesse visitar um parente. Era meio difícil entrar nesta cidade.
- Então como ela foi atacada?
A expressão de Andromon mudou, parecia que tudo o que acontecera ali voltou em sua mente. Como se fosse o último sobrevivente daquele lugar.
- Bem, os subordinados de Suspamon vieram do alto, alguns voando e outros haviam subido no alto das árvores na noite anterior e na hora certa pularam para atacar... Eu estava aqui. Lembro-me só de algumas coisas, meus pais, assim que viram seres descendo das árvores, ficaram assustados e fugiram comigo. Depois de um tempo, já mais velho, eu soube de tudo o que aconteceu. – Ele fez uma pausa, deu um longo suspiro e terminou dizendo: – É provável que ladrões e outros digimons mais perigosos se escondam nas ruínas, então, tomem muito cuidado! Ah, e vamos ficar juntos!

Todos ficaram olhando uns para os outros refletindo sobre a história e sobre os perigos que se escondiam ali. Wolf tentava esconder seu medo, mas era fácil ver o garoto engolindo em seco e suando. Carla, mesmo com medo tentou seguir na frente, mas foi barrada.
- Não! Eu vou à frente! – Falou Andromon determinado. – Não façam barulho! Poderemos atrair algum digimon selvagem ou ladrão!

E assim, passaram pelas ruínas da entrada de Kajiji ya Miti, adentrando, então num lugar, que devia ser lindo antigamente, pois a cidade ficava na frente de uma Swobo. O tronco, eram muito grosso e alto, quase não se via o topo. As casas, todas elas feitas de pedras, estavam destruídas e em pedaços. Havia ainda alguns vestígios de antigamente. Alguns ossos, sacos rasgados, carroças e barris quebrados e algumas estátuas sem cabeça ou metade do corpo.
É estranho pensar em como esse lugar devia ser lindo há muitos anos atrás!”, pensou Wolf, que andava junto de Mephistomon ao lado de Carla. Ponchomon vinha atrás junto com Bullmon.
Andromon parou de repente e olhou para trás com uma cara séria, que tinha adquirido ao contar a história do local, e com essa expressão, disse num tom muito baixo:

- Em algumas horas irá anoitecer e vamos ficar aqui mesmo. Não iremos andar mais, pois, dali – disse apontando para a saída da cidade, que estava um tanto longe dali, perto da Swobo –, a floresta vai ficar cada vez mais perigosa!


No alto da Swobo, um garoto de mais ou menos dezesseis anos, estava olhando para baixo observando os jovens andando pelas ruínas da antiga cidade Kajiji ya Miti. Todos pareciam estar com medo do que poderia acontecer.
- Ah... Que saco, vou ter que matar esses aí, Sun? – Indagou o jovem de cabelos e tênis vermelhos, roupas e um sobretudo, pretos e do seu lado, um grande pássaro azul com um tipo de proteção azul, com raios na cabeça. Aliás, seu corpo inteiro era com detalhes amarelos em forma de raios. – Não concorda Thunderbirdmon?
O animal deu um grito baixo, para não chamar a atenção do grupo lá embaixo.

- Aaah! Pare de reclamar, Paolo, você é um imprestável mesmo, só pensa em moleza, dormir e comer! Ajudar o Mestre Suspamon você não quer, não é? – Respondeu Sun, que usava roupas parecidas e tinha o cabelo azul.
- Não é para isso que temos pessoas como você na Kurooni?
- Cale a boca e vai logo lutar!
- Certo, certo, certo! – Um sorriso apareceu em seu rosto. – Eu não vou cometer o erro de perder para eles, como Johannes fez! – E subiu no digimon ave, que se jogou e foi em direção do chão.


Lá embaixo, todos observavam as ruínas como se estivessem em um grupo turístico visitando Macchu Picchu, até que o vento ficou mais forte e a areia do chão começou a sair de seu devido lugar e se espalhar por aí.
Olharam e viram Thunderbirdmon pousando no solo com um menino em suas costas. Ele fitava os garotos sem mover os olhos e o corpo.
O digimon ao pousar no chão, além de um estrondo, fez a poeira levantar mais ainda. Até algumas pedras das construções ao lado caíram com o bater das asas. O jovem de cabelos vermelhos desceu de seu digimon e andou alguns passos, ficando, assim à mais ou menos vinte metros do grupo.

- Olá, pessoal! – Gritou.
Todos olhavam para ele como se fosse um alienígena amigável.
- Quem é você? – Perguntou Andromon.
- Eu? Membro Número 4 da Kurooni, Guerreiro dos Raios, Paolo Di Natale!
Todos olhavam para ele com medo. Pela apresentação dele, não parecia ser nenhum amigo que as ajudaria. Andromon foi para frente do grupo, ele pretendia defendê-los!
- Andromon? O que você...
- Calados! – Gritou Paolo de longe. – Se esse idiota aí quer lutar, deixe-o! Vamos ver quem pode mais! – Sorriu. – Thunderbirdmon, pronto?

O digimon fez um barulho muito alto e alçou voo. Subiu até chegar perto da copa da Swobo e desceu. Nessa descida, ficou ereto e bateu bem forte as asas lançando penas eletrificadas na direção dos adversários. Após o ataque, pousou.
O braço de Andromon, em segundos, transformou-se em uma espada giratória. Pulou na frente de todas as penas elétricas e com sue braço derrubou todas.

- Hum... Esse aí é rápido, não é? – Disse e depois continuou: – Vamos acelerar um pouco!
Thunderbirdmon alçou voo novamente e voo na direção de todos. Por pouco não derrubou todos no chão. Andromon, logo pensou em atacá-lo, já que voava em linha reta, não iria olhar para trás.
- Spiral Blade! – Disse o digimon e um ataque elétrico saiu de seu braço, acertando o inimigo, porém, este o absorveu.
- Há! – Riu o membro da Kurooni. – Não pode atacar um digimon elétrico com outro ataque elétrico, não é mesmo, Andromon idiota?! – E assim caiu na gargalhada como se estivesse num show de comédia.

Agora, Thunderbirdmon voltava, suas asas estavam soltando faíscas, como se fossem um transformador de energia com curto circuito. Então elas liberavam cada vez mais e mais energia. Ele chegava perto com uma cortina de raios saindo das asas.
Quando o digimon elétrico chegou bem perto, Mephistomon pulou nele e jogou-o para o lado, caindo numa casa de pedras e destruindo-a. Ali deu alguns socos no digimon, que anulou seu ataque. Mas este não se deixou por vencido e levantou-se com tudo, jogando Mephistomon contra alguns restos daquela casa.
Alçou voo e foi para o alto rodopiando envolta do digimon no chão. Mergulhou e foi com tudo para cima de Mephistomon, que tentou segurar o inimigo com as mãos, mas este abriu o bico e mordeu o braços do digimon de Wolf, fazendo um corte não tão profundo.

- Mephistomon! – Gritou o jovem, que correu até ele.
- Droga! – Exclamou Paolo. – Thunderbirdmon, acabe com ele!
O digimon, obedecendo seus dono, abriu as asas. Ponchomon foi mais rápido e entrando entre o adversário e seus amigos, aproveitou a brecha, dando um soco no queixo da ave elétrica, que cambaleou para trás, zonza.
Mephistomon se levantou e mesmo com o braço doendo um pouco, decidiu continuar a luta.
- Ponchomon, agora somos nós dois! – Disse o digimon das trevas.
- Certo! – Disse entusiasmado. – Vamos dar um chute na bunda desses idiotas convencidos!

Thunderbirdmon voltou a ficar de pé normalmente. Mephistomon não deu tempo para ele se recompor e deu-lhe um soco na região do estômago. Pôde ser ouvido um grande urro de dor. Ponchomon ficou invisível e chegando perto do inimigo, desferiu seu ataque.
- TEQUILA KNUCLE! – E voltando a ser visível, viam-se vários punhos acertando o peito de Thunderbirdmon.
Dessa vez, o adversário alçou voo e dirigiu-se para a copa das árvores, de onde disparou suas penas eletrizadas. Ao atingir o chão, estas explodiam, causando uma pequena explosão. Uma pena havia caído perto de Wolf e ao explodir, jogou-o para longe.
- WOLF! – Gritou seu parceiro olhando para trás. Voltou seus olhos para Thunderbirdmon e terminou dizendo: – Desgraçado! A luta é entre eu, Ponchomon e você! Deixe-o de fora!
E assim, correu para perto de seu amigo. Não acontecera nada. Apenas um machucado na parte de baixo do braço.
- Há! Achamos a ferida! – Gritou Paolo. – Thunderbirdmon... Nosso alvo agora é Wolfgang! Pegue-o!
- Não! – Disse Mephistomon. – Nem pense em tocar nele!

O digimon elétrico mergulhou no ar, estava descendo na direção do jovem machucado e caído. Não houve tempo para um ataque. Ponchomon apareceu sobre os dois e usou o mesmo ataque de antes, acertando várias vezes o bico do inimigo, que depois de algum tempo voltou a si e disparou mais algumas penas elétricas, que caíram perto de Ponchomon, explodindo e jogando-o desfalecido para perto de Wolfgang e Mephistomon.

Carla, sem dizer nada, correu para perto de seu digimon. Chegando lá perguntou bem baixo:
- Ponchomon, você está bem?
Ele não respondia, estava realmente desmaiado. Mephistomon virou-se para o amigo e disse:
- Porque fez isso, Ponchomon? Por quê?
Carla continuava preocupada, apesar de não aparentar. Alguns segundos se passaram e o digimon começou a abrir os olhos. Era como se ele estivesse de ressaca, pois estava meio tonto e não falava coisa com coisa.
- Hum... Por quê? – Disse com um sorriso. – Porque vocês são... Meus amigos! Eu não... Eu não poderia deixar... Vocês sofrerem!

Mephistomon ficou surpreso com o que ele havia dito. Não esperava que Ponchomon pudesse dizer algo como isso!
A raiva começava a crescer mais e mais dentro de Mephistomon, como aquele idiota podia machucar seu amigo? Estalou os dedos e virou-se para o inimigo. Thunderbirdmon parecia uma marionete. Só obedecia ao seu mestre ou então atacava sozinho. “O que devo fazer?!”, pensou o digimon das trevas.
Analisou a situação: seus amigos estavam machucados e Carla estava junto deles. Olhou para trás e viu a garota, que balançou a cabeça, como se dissesse: “Continue. Eu cuido desses aqui!”. Andromon veio correndo junto com Bullmon.

- Temos que fazer algo! – Falou Mephistomon o mais baixo, porém compreensível possível.
- Este digimon, apesar de ter poucos ataques, é muito forte. – Observou Bullmon, que balançou seu corpo derrubando as coisas no chão. – Eu vou ver se distraio ele de algum jeito, enquanto vocês pensam em algo!
O digimon touro tomou distância e correu, enquanto isso, acumulava energia em seus chifres, quando chegou bem perto do adversário disse:
- MATADOR DASH! – E acertou-o nos pés, provocando um corte pequeno, porém profundo.
PPPIIIIIAAAAAHHHH, urrou o digimon ave.
- Droga! – Esbravejou Paolo. – Vamos lá, Thunderbirdmon, acabe com esse burro de carga!
Bullmon imediatamente ficou paralisado. Não movia um músculo, todos acharam isso estranho, não só os amigos, mas também os inimigos. “Burro... De carga?”, pensou ele de olhos arregalados.
- O que foi boizinho? Ficou irritadinho? – Caçoou.

Carla, Wolf e os outros digimons sorriram, eles sabiam que Bullmon odiava ser chamado de “burro de carga”.
A raiva crescia no digimon e seus chifres começaram a brilhar como antes, porém com mais intensidade. Voltou alguns metros e correu da direção do garoto, que não parava de rir e de falar “burro de carga”.
Quando abriu os olhos era tarde demais, nem mesmo seu digimon pôde ajudá-lo. O golpe de Bullmon arremessou-o para longe, Thunderbirdmon tentou defendê-lo lançando penas elétricas, que como antes, caíram no chão e explodiram. Mas de nada isso adiantou, o digimon touro parecia não sentir nada. O 4º membro da Kurooni se levantou.
Esperou os chifres ficarem brilhantes novamente e correu na direção de Thunderbirdmon novamente, só que desta vez, deu um salto, não tão alto, mas conseguiu acertar sua barriga fazendo dois furos.

- Para mim chega de ficar brincando! – Gritou o membro da Kurooni. – Não vou mais jogando com vocês! Agora é sério! Vão todos para o Inferno! – Pegou seu digivice e apertou um botão. Thunderbirdmon transformou-se, mudando sua cor para preta e detalhes prateados. Os olhos tornaram-se vermelhos. – Apresento-lhes Thunderbirdmon Oni Mode! Irão apodrecer no Inferno, seus inúteis!

A ave alçou voo e enquanto subia, ganhava poder, ao chegar ao topo, perto das copas das árvores, desceu, liberando todo seu poder.
Mephistomon não deixou isso tão barato, mesmo consciente de que iria se machucar, pulou do inimigo cheio de poder e já que o digimon tornou-se das trevas, seria uma boa lutar contra ele usando o Way of the Darkness.
Pulou no inimigo e concentrando seu poder nas mãos e dividindo-o com ele, fez os dois atravessarem o chão, chegando ao Mundo das Sombras.
Lá na escuridão, Thunderbirdmon parecia cansado e muito confuso. Mephistomon ficou invisível juntando seu corpo às trevas. Correu até o inimigo e desferiu vários golpes com os punhos no queixo do inimigo. Depois correu para suas costas e acertou-o várias vezes com as patas.

Foi para longe e pôde ser visto novamente. Thunderbirdmon tentou acertá-lo com flechas eletrificadas que saíam de seu corpo. Entretanto, quem realmente era um digimon das trevas ali, era Mephistomon, que além de voltar a ficar invisível, esticou os braços, fazendo a escuridão consumir as flechas.
Correu na direção do adversário novamente e desferiu os golpes nos lugares opostos, ou seja, primeiro nas costas, e depois na frente, pois, se fizesse como antes, Thunderbirdmon saberia por onde ele iria atacar novamente. Recuou novamente. Seus ataques estavam ficando repetidos... Logo o inimigo iria saber como se defender.

- Hora de finalizar isso. – Falou baixo o digimon das trevas.
Foi na direção do inimigo e ao invés de atacar, deu uma volta em torno dele e agarrou-o, mesmo sendo pesado, elevou-o até que os dois pudessem sair daquele lugar. Jogou-o para o alto com um único chute em seu abdômen. Sumiu e reapareceu em cima do adversário, que com outro chute, mandou-o para o chão exausto em cima de algumas casas.
- Nããão! – Gritou enraivecido Paolo, que foi para perto de seu digimon. – Desgraçados! Não serão perdoados da próxima vez! – E assim, esticou seu digivice, sugando o digimon para perto dele. Depois disso abriu um portal no meio do nada.

Enquanto andava, uma voz o fez parar:
- Está desistindo, Paolo? – Indagou Wolf se levantando do chão. – Percebeu só agora que seu digimon é um inútil? Que não pode contra Mephistomon?!
Era como se tivessem trezentas bombas prontas para explodir dentro de Paolo, que esperou dez segundos e respirou fundo respondendo:
- Não... Não estou desistindo. Estou apenas indo embora, deixando esta luta para depois. – Ele parecia mais calmo. – Mas guarde minhas palavras: quando eu, junto com o Mestre Suspamon, tornar-me um dos líderes deste mundo idiota, vou pisar na sua cabeça! E na cabeça de seu digimon estúpido também! – E com esta última frase, entrou no portal, sumindo e ele se fechando.


Algumas poucas horas se passaram e eles todos já recuperados – mas nem tanto – da luta, dirigiram-se para uma casa abandonada ali perto e descansaram. Todos estavam cansados e precisavam descansar. Mephistomon, com sempre, preferiu ficar longe dali, cuidando de todos eles a noite inteira. Ficou no telhado de uma casa mais alta, de onde poderia ver onde seus amigos ficavam.
- Durmam bem, amigos! – Desejou o digimon.
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Espero que tenham gostado!
o/ Laughing

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Re: Digimon Krieg

Mensagem por Mickey em Qui 06 Dez 2012, 11:24 am



Opa! É bom ver atualização em uma FIC sua Digi Rei!
Vamos que vamos!

Enfim... a organização Kurooni realmente é bem intrigante.
Seus membros estão me chamando mais atenção que o seus protagonistas xD~~

Mas confesso que Mephistomon como um protagonista da história me surpreende cada vez mais.
Já imagino o futuro...

Agora uma coisa interessante...
Thunderbirdmon Oni Mode!
Todos os Digimon da Kurooni tem o modo o Oni?
Oni quer dizer Demonio ou Ogro.. então essa organização é bem voltada ao Ocultismo né? xD~~

Enfim! Vamos ver o que você ainda tem planejado para sua história agora que voltou a escrever!

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Re: Digimon Krieg

Mensagem por Digi Rei em Seg 07 Jan 2013, 8:35 am

Mickey escreveu:

Opa! É bom ver atualização em uma FIC sua Digi Rei!
Vamos que vamos!

Enfim... a organização Kurooni realmente é bem intrigante.
Seus membros estão me chamando mais atenção que o seus protagonistas xD~~

Mas confesso que Mephistomon como um protagonista da história me surpreende cada vez mais.
Já imagino o futuro...

Agora uma coisa interessante...
Thunderbirdmon Oni Mode!
Todos os Digimon da Kurooni tem o modo o Oni?
Oni quer dizer Demonio ou Ogro.. então essa organização é bem voltada ao Ocultismo né? xD~~

Enfim! Vamos ver o que você ainda tem planejado para sua história agora que voltou a escrever!
Finally man!
Bem, sim a Kurooni é bem voltada para um lado mais maléfico, seguidores de Suspamon... Anjinhos de candura - como diz minha mãe - é que não são! kkk'

A minha inspiração para a Kurooni foi a Akatsuki, por isso, tentei inspirar Paolo em Sasori e Johannes em Pain, apenas mudando algumas coisas, colocando digimons e uma outra nacionalidade! Como pôde perceber todos têm um sobretudo, que me inspirei na capa da Akatsuki!

Então, todos os membros da Kurooni têm o Oni Mode, exceto Johannes e Duskmon, que já têm como elemento as trevas! Ou seja, o Oni Mode é para transformar o elemento principal do digimon em TREVAS e assim, o digimon ganha mais poder, entendeu?

Bem, nem comecei o quarto capítulo, porque ontem fiquei fazendo aquelas capas que você viu no começo do capítulo e depois perdi o ânimo, mas vou tentar voltar a escrever o mais rápido possível e postar até o final de Janeiro, que é quando irei começar as aulas e o primeiro colegial (ai meu Deus... >.<)!

OBRIGADO POR LER!

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Eis aqui o Capítulo Quatro, que ainda bem, consegui desenvolvê-lo todo antes de Fevereiro!
Quem sabe em Fevereiro ou Março, eu traga o quinto! Very Happy
Espero que gostem!



Mephistomon estava no telhado de um prédio perto de seus amigos observando-os enquanto dormiam. Ponchomon que havia se machucado na batalha, agora estava roncando e em seus braços repousava Carla que sorria enquanto respirava lentamente. Bullmon estava perto de uma parede e era iluminado pela luz da fogueira. As bagagens estavam do lado dele. Elas foram recolhidas quando ele as jogou no chão quando este ficou irado.
Já Wolfgang estava deitado e virado para a parede, observava apenas sua sombra na parede. Não conseguia dormir, o fato de existir uma organização de humanos que comandavam digimons, mas era do mau o atormentava. Queria saber mais sobre ela, seus objetivos e quem eram todos os membros.
Virou-se para o outro lado e viu Andromon sentado mexendo com um pauzinho a lenha daquela fogueira. Arrumou-se e sentou-se coçando os olhos, como se estivesse com sono.

- Wolfgang... – Falou ele num tom sereno. – Não vai dormir?
O garoto parecia tentar interpretar a pergunta feita pelo digimon.
- Hã, bem... Não, aliás, não tenho seno, mesmo estando cansado e machucado. – Disse e olhou para o lado, onde estava Mephistomon. – Essa história de Kurooni, organização de humanos está martelando minha cabeça! Não penso em outra coisa! Quem são eles, você sabe Andromon?
O digimon androide mexeu um pouco na lenha e algumas labaredas subiram. Ele parecia não querer falar sobre aquilo.

- Bem, não sei se conseguirei fazer você entender tudo, mas vou tentar. – Disse. Respirou fundo e continuou: – Antigamente já existia a Kurooni, mas tinha outro nome. Era apenas Oni, traduzindo, demônios ou ogros... Eles eram mais cruéis e tinham digimons que já foram extintos! Eram tremendamente fortes!
Mexeu um pouco na lenha em chamas e voltou a olhar para o garoto.
- Mesmo sendo fortes demais, foram dizimados por Seraphimon, Ophanimon e Cherubimon, os Arcanjos Sagrados. Um mundo voltou a ficar em paz. Todos os humanos voltaram para a Terra e tiveram suas lembranças sobre organização apagadas. Mas um jovem lembrou-se de tudo... E então a Oni voltou com o nome de Kurooni, mas ela sempre era destruída e volta com novos membros... – Observou o fogo, olhou para os lados e fitou o céu que estava coberto pela copa das árvores gigantescas. – Esses últimos membros que você encontrou durante nossa viagem... São os mais discretos. Eles fogem com a ajuda daquele portal, que antes não existia. Por este motivo, os Arcanjos não os alcançam... Aliando-se a Suspamon, eles ficaram quase invencíveis!
A história fez Wolfgang ficar com mais dúvidas ainda, não só isso, como ficou mais preocupado. Eles fogem rápido, então seria muito mais difícil destruí-los! Eles lutam um pouco, se sentem ameaçados, fogem rapidamente por aquele portal.

- Então vai ficar difícil vencê-los, não é?
Andromon mexeu no fogo para que este não apagasse e então concordou com a cabeça.
- Lutar um pouco e assim que percebem que vão perder, correm! – Falou. – Mas... Oni Mode... Essa é nova para mim! Eles mudam totalmente!
- Ah, isso não é problema, é a área de Mephistomon, eles podem se levado para o Mundo das Sombras e lá, Mephistomon pode acabar com os digimons!
A expressão do digimon androide ficou mais séria, como se o que Wolf acabara dizer fosse algo totalmente preocupante.
- É isso que me preocupa, Wolf. – Olhou para o digimon no alto do prédio. – Eles já conhecem nossos principais ataques... E também sabem sobre o Way of the Darkness, ou seja, da próxima vez eles não vão deixar você lutar!
Wolfgang parecia ter levado um tiro. Seu rosto ficou mais pálido e suas pupilas se contraíram. Parecia assustado demais... Mas por quê?
- O-O que eles farão conosco? – Gaguejou.
- N-Não sei... Talvez eles tentem manter vocês longe ou... Na pior das hipóteses, destruam Mephistomon! – Seu olhar estava fixado no fogo. – Desculpe, falei demais!
- Não! – Falou quase gritando Wolf. – Hã, tudo bem. Vou tentar proteger a mim mesmo e ao Mephistomon. Vamos lutar e vencer! – Voltou seu olhar para o fogo.
- Nossa prioridade não é mais chegar X1, aliás, é... Mas primeiramente, teremos que fugir da Kurooni. – Falou determinado. O garoto olhou para o digimon meio que incrédulo.
- Mas...
- Não diga nada. Se não conseguirmos acabar, ou então nos livramos dessa organização por um tempo... Não chegaremos vivos à X1! - Engoliu em seco. – É melhor descansarmos, amanhã iremos andar muito!

------------------------------

No dia seguinte, todos já estavam de pé, exceto Wolf. Carla acabara de voltar da pesca que fez num riozinho ali perto e foi correndo acordá-lo.
- Wolfgang... – Disse balançando seu corpo. – Wolf!
O garoto acordou se espreguiçando e bocejando.
- Hum... O que foi?
- É hora do café! – Terminou com um sorriso e foi preparar a comida.

Ela colocou os peixes em galhos e pôs todos para assar. Em alguns minutos, todos os peixes já estavam prontos para serem comidos.
Todos comeram e puderam repetir. Bullmon preferia comer grama que crescia em alguns lugares ali perto. A única coisa que podiam beber era água que pegaram no mesmo rio. Alguns potes e cantis foram cheios e guardados para o resto da viagem.
Andromon levantou-se e de pé bateu palmas levemente para chamar a atenção de todos. Wolf e Carla que conversavam pararam e olharam. Ponchomon e Mephistomon também. Bullmon que comia grama olhou para o chefe.

- Pessoal... Quero falar um pouco sobre uma coisa que eu e Wolfgang havíamos conversado ontem à noite. – Disse. – Conversamos sobre a Kurooni. É provável que da próxima vez que formos atacados por um de seus membros... Eles tentem fazer algo com Mephistomon. – O rosto do digimon citado ficou pálido. – Sinto muito dizer isso, Mephistomon, mas se eles querem ficar mais fortes usando o Oni Mode, é provável que levem você para longe ou... Mate-o, para que não atrapalhe!
- Hum... Droga... – Disse bem baixo, Mephistomon. – Porque eu?
- Não se assuste, iremos protegê-lo se preciso!... Porque você? Porque você consegue levá-los ao Mundo das Sombras e lá, acabar com eles! Essa é a desvantagem deles e podemos usar isso como vantagem! – Parou um pouco para pensar e terminou: – Temos que proteger Mephistomon para que eles usem o Oni Mode e assim os destruiremos!
Todos concordaram. Após este aviso, voltaram a comer, estavam quase cheios. Precisavam de muita energia e força para continuar praticamente mais um dia de caminha pela floresta até chegarem à vila de Ogawa.

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Após o café da manhã muito bem feito, todos descansaram em torno de meia-hora antes de partir. Findado este tempo, todos estavam de pé, prontos para partir.
Seguiram pela via principal da vila abandonada até chegar ao fim, bem perto da grande Swobo, podia-se ver apenas a parte de cima de suas raízes, que por sinal eram enormes, assim como o tronco.

Olhando para a floresta à frente, perceberam uma diferença, que Carla ressaltou:
- Hum... A floresta mudou, Andromon, ou é impressão minha? Parece agora mais fechada e mais úmida.
- Há, há, há! – Riu ele. – Sabia que iam perguntar uma hora ou outra! Sim, mudou, a vila é como um ponto de transição da pequena Floresta das Swobos e a Selva Haaj’mat, onde há ainda uma Swobo, que infelizmente está fora da nossa rota, a maior de todas!
- Oh... Que pena...! – Falou Wolf desanimado.
- Não fique assim, já vimos essa e outras enquanto descíamos para a vila.

Ali parado vendo a árvore, Wolfgang começou a pensar no que poderia encontrar neste mundo, que além de fascinante, era também muito perigoso. Precisavam de cautela. O que aquela mata reservava a eles?
Seguiram em frente. Primeiro tiveram de cortar algumas plantas que bloqueavam o caminho, Andromon cuidou disso com sua Spiral Sword. Em seguida, seguiram por onde havia menos mato, mas sempre para onde queriam ir.

Wolfgang que nunca havia sentido aquele tipo de calor estava exausto dez minutos depois e comentou:
- Ma... Mas que calor é esse?
Carla, que conviveu com o pai atravessando muitas florestas daquele tipo, estava suando, porém, já era acostumada.
- Novato! - Falou. – Com o tempo você aprende a andar no meio desse tipo de mata. Calor excessivo, plantas diversificadas e principalmente seres selvagens!
- Não gostei da parte do calor e dos seres selvagens! – Disse Wolf e todos riram.

Seguiram quietos por mais alguns minutos, apenas ouvindo os sons da floresta, digimons pássaras cantavam, outros tipos de digimons também urravam.
O calor aumentava mais e mais conforme chegava ao meio-dia. Wolf sentia-se cada vez mais cansado e suado. Seu blazer estava aberto e faltava pouco para ficar pelado ali.
Carla seguia na frente pulando de raiz em raiz junto de seu digimon. Bullmon estava atrás de Wolfgang, sendo protegido por Andromon.
Alguns minutos se passaram e Carla havia sumido no meio mato, quando a alcançaram, viram um pequeno riacho e casas com um metro de altura, alguns digimons pequenos pararam para ver os visitantes. Todos fugiram para seus lares. Um único digimon era maior que os outros, um ser amarelo coberto por uma pele azul com listras azul-escura. Um único chifre amarelo crescia em sua cabeça.

- Humanos! – Falou o digimon maior. – Saiam! Não machuquem meus bebês! – Podia-se ver os digimons pequenos tremendo dentro das casas.
- N-Não vamos fazer mal! – Falou Andromon vindo à frente. – Estamos de passagem! Estamos em busca da vila de Ogawa. Não iremos fazer mal a eles!
O digimon que queria defender os menores ficou meio receoso se devia ou não acreditar naquelas pessoas que vinham da floresta... Mas decidiu arriscar!
- M-Meu nome é Gabumon e esta é Pequena Vila Petit, eu cuido destes digimons e vocês, quem são?
Andromon decidiu apresentar todos:
- Eu sou Andromon líder da Vila Bekas! Estes são Wolfgang e Carla, com seus digimons Mephistomon e Ponchomon, são Escolhidos! E aquele é Bullmon, o burro de carga!
- AAAAAAAAAAHHHHH! Eu não sou burro de carga! Humpf! Idiotas! – Depois desse ataque de raiva, todos riram inclusive os digimons bebês e Gabumon.
- Vocês parecem legais, venham, podem entrar! – Disse animado o digimon protetor.


Todos adentraram na pequena vila que não tinha mais de dez metros. Todos os pequenos digimons se reuniram no centro do local, que era um lugar sem grama, onde o rio formava um pequeno lago muito raso.
Os jovens sentaram-se perto da água e Andromon amarrou Bullmon perto da árvore, onde comia grama.
Quando todos já estavam sentados, Gabumon, que havia saído – e ninguém percebera –, voltou com um prato cheio de biscoitos. Deu um para cada pequeno habitante da vila e o resto comeu junto com os visitantes.

Wolfgang que estava cansado do passei pela selva, não poupou elogios:
- Caramba! Isso é muito bom!
Comeram por longo tempo até se encherem. Gabumon havia feito também alguns biscoitos salgados, aos poucos, todos já estavam cheios.
Andromon estava curioso, nunca havia visto aquela vila ali.
- Hã, senhor Gabumon, permita-me perguntar... – Disse ele com o maior respeito. – Bem, eu sempre viajei muito por estas florestas, mas não me lembro de ter visto uma como essas.
- Hum... O simples fato de todos os habitantes serem digimons pequenos e bebês, obriga-me a levá-los para novos lugares. As casas deles, apesar de não parecerem, são transportáveis!
- Então vocês são nômades? – Perguntou Carla curiosa, embaixo da árvore junto de Ponchomon e Bullmon.
- Hum... Pode-se dizer que sim. Digamos que é meio que perigoso vivermos em um único lugar nesta floresta densa! Por isso estamos sempre mudando!

Passaram-se alguns minutos e todos foram dar uma volta na vila, que para percorrê-la por completa não demorava mais que cinco minutos, o lugar é lindo e simpático. Todos os digimons eram pequenos e muito frágeis. A maioria era do nível Younenki I e II. O único Seichouki era Gabumon, o líder.
Todos se despediram do líder e da pequena população daquela simpática vila e partiram novamente para aquela floresta densa e totalmente desconhecida.
Andaram por um bom tempo, cruzavam pequenos riachos e árvores de todos os tamanhos. Por sorte nenhum digimon selvagem surgira para atacá-los.

Todos estavam em silêncio, quando Andromon o quebrou:
- Chegamos!
- O quê? – Perguntou Carla. – Já?
- Sim, demorou um pouquinho mais, mas já chegamos à Ogawa.
Após alguns minutos de caminhada por uma floresta menos densa, avistaram ao fundo digimons andando perto de casas. Ao saírem da floresta, chegando perto dos digimons, muitos se assustaram com Mephistomon e os próprios humanos.
- Acalmem-se! Viemos de Bekas, estamos de passagem, queremos chegar à X1.
- X1? No Deserto de Mármore? – Indagou alguém vindo do meio da multidão de digimons. De lá saiu um humano, trajava uma camiseta branca e por fora uma jaqueta preta. Usava uma calça jeans e tênis azuis. – Hum... Humanos, não é? Prazer, meu nome é Akihito Nakagawa, humano como vocês!

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Depois desta breve apresentação, eles foram levados à sua casa, perto dali, atravessaram um pequeno rio que cruzava a cidade e dava nome a ela. A arquitetura da vila era baseada nas construções do Japão feudal, assim como as construções de Bekas.
As casas eram razoavelmente medianas, havia muitas lojas com anúncios nas portas, em duas línguas, Japonês e uns símbolos diferentes que de acordo com o que Akihito havia dito, eram símbolos do Digimundo mesmo.
Depois de alguns minutos, chegaram à grande casa do garoto. Ele era considerado o dono da vila assim como Andromon era. Todos ao entrar, sentaram-se à frente de uma mesa pequena no chão.

O jovem começou falando:
- Então querem chegar à X1? Qual é o motivo?
Wolfgang não esperou um segundo e já foi respondendo:
- Recebi uma mensagem dizendo que além de Suspamon querer destruir este mundo e refazê-lo... Os presidentes, reis e imperadores do nosso mundo querem invadir e destruir nosso mundo. Eles irão vir para cá e destruirão tudo!
- Qual o motivo dessa atrocidade?
Wolf ficou quieto, ele não sabia. Mas Andromon tinha uma hipótese:
- Creio que nos veem como uma ameaça! – Olhou para o chão.
Wolf cerrou os punhos com força, todos perceberam.
- Há! Imagina só... Uma guerra. Digimons contra humanos... Isso não... Eu não vou deixar isso acontecer! Digimons não são só meros dados! Suspamon e os governos estão enganados! Aquele digimon idiota só quer poder... Para quê? Para...
- ...Uma guerra! – Terminou a frase, Akihito. – Suspamon quer poder para que assim possa destruir o mundo humano de vez e refazer este do jeito que quer!
- Então é isso! E a Kurooni está atrás das almas de digimons para que Suspamon possa aumentar suas forças! É estritamente necessário que os derrotemos! – Falou Carla.
- Mas, a coisa está piorando para nosso lado, não é Mephistomon? – Falou Ponchomon ao lado do digimon das trevas.
- Exato! Nem vou poder mais usar o Way of the Darkness!
- Mas é claro que vai! – Falou Andromon. – Nós vamos dar um jeito de não te tirarem da luta da próxima vez!

Uma Renamon chegou com um prato em mãos e com pequenas xícaras de chá. Depositou o objeto com os recipientes na mesa e distribuiu as xícaras para todos que estavam presentes.
- Estamos fazendo um almoço... Querem comer?
Depois de olhar para todos, Andromon respondeu:
- Não, obrigado. Acabamos de comer no meio da floresta. Iremos descansar aqui e em breve partiremos para o deserto, creio que não esteja muito longe desta vila!
- Não, não está. – O chefe da vila olhou para o chá intocado e falou decidido: – Eu vou com vocês!
- O quê? – Indagou Andromon.
- Mas é muito perigoso para um humano normal. – Falou Wolf.
- Normal? Sou um Escolhido também! Renamon é minha parceira! – E mostrou seu digivice azul-claro com detalhes azul-escuros.
Para Andromon não era novidade, pois humanos só vinham ao Digimundo quando realmente precisavam deles. Mas para os jovens, que ali estavam, era sim uma novidade!
- Um Escolhido como nós? – Questionou Wolf. – Há quantos por aí!
- Não sei! Talvez mais de dez!

O tempo passou e ficou decidido que Akihito e Renamon iriam junto com eles até a X1. Ficaram ali até mais ou menos o meio da tarde planejando e pensando no que iriam fazer e como agir!
- Então está decidido irei com vocês! – Falou o líder daquele vilarejo.
- Sim. E então... – Disse animado Andromon.
- Hã, desculpem-me, mas tenho que ir! – Falou Mephistomon.
Wolfgang ficou sem entender nada. Mas o deixou ir, pois sabia que seu digimon sempre iria voltar!

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O digimon das trevas, do lado de fora da casa, observou tudo ao redor, uma montanha se destacava ao longe, imponente e com o topo nevado, erguia-se ali o Monte Abaddon.
Deu um salto e pulou dentro do chão, e ali estava ele, dentro do Mundo das Sombras, um lugar frio, escuro e não se podia ouvir nada além de seus pensamentos.
Dirigiu-se na direção da montanha, indo por aquele lugar escuro era muito mais fácil.
Alguns minutos se passaram e ele chegou, pulando daquele lugar, aos pés do Monte Abaddon. Ele começou a vagar pela floresta um tanto densa em busca de um Phantomon, ou de um Metalphantomon. Nada parecia se mover naquela floresta.
Prometi a Soulmon que iria ver se seu amigo estava aqui e vou cumprir o que havia prometido!”, pensou ele olhando para os lados.
Passaram-se pelo menos trinta minutos e nada foi encontrado. Olhava por todos os lugares possíveis, em cima das árvores, perto da montanha, no chão, atrás dos arbustos.
Não vou conseguir!”, pensou o digimon, “É uma grande área, sem falar que faz muito tempo! Ele pode ter ido a um lugar muito longe daqui! Não adianta!”.

- Sinto muito, Soulmon... – disse triste no meio da floresta, sozinho.
Mephistomon voltou ao mundo das sombras. Em alguns minutos chegou de volta à vila e do lado de fora da casa, reapareceu dentro dela perto de Ponchomon.
- O que perdi? – Indagou ele.
- Nada de mais! – Respondeu Wolf. – Apenas continuamos a conversa sobre a X1, e como iremos defendê-lo enquanto estivermos lutando com outros membros da Kurooni.

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O tempo passou e Wolfgang, Carla e Akihito estavam prontos para partir, este último apenas colocou algumas coisas em sua mala e Bullmon se ofereceu para carregá-la. O garoto agradeceu.
- Bem, chegou a hora de partir! – Anunciou Andromon a todos!
Nakagawa deixou sua cidade nas mãos de um amigo, um Ravemon. Este era seu maior e mais confiável amigo da cidade inteira.
- Akihito, eu tentarei cuidar de sua cidade assim como o senhor cuida. – O digimon estava ajoelhado em frente ao chefe, com sua espada fincada no chão. – Os moradores não notarão diferença alguma!
- Ravemon, menos formalidade, por favor! – E sorriu. – Que bom que cuidará muito bem daqui! Confio de você! – Virou-se para seus novos companheiros de viagem. – E então? Vamos?!
E assim, partiram para o Deserto de Mármore!

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Já no meio da floresta, Renamon pulava de galho em galho como um macaco. Carla e Wolf iam juntos dele para conversar mais sobre a vila e sobre a vida um do outro.
- Então você é do Japão? – Questionou Wolfgang.
- Sim, Kyoto. Adoro aquela cidade, mas tive que vir para cá. Este mundo precisa de nossa ajuda! Creio que apenas nós, os Escolhidos podemos lutar com Suspamon e vencê-lo, trazendo de volta a paz para este lugar, que está um caos!
- Ah... Falta quanto até chegarmos? – Reclamou Wolf já cansado.
- Mal começamos a andar! – Advertiu Carla.
- Sim, mal começamos a andar, mas não está longe, creio que quando estiver anoitecendo chegaremos, são apenas alguns quilômetros até começar a surgir areia entre as árvores. – Disse contente.
- Sabia que até cem quilômetros são alguns quilômetros?! – Reclamou mais ainda.
Todos riram daquilo.

A floresta continuava densa, mas muito menos do que estava antes. As árvores continuavam grandes e poucos mantinham um tamanho mediano ou no mínimo pequeno. O chão estava cheio de raízes que saltavam para fora e o céu estava coberto por um telhado de folhas de todas as cores e galhos marrons e verde-claros.
O sol – mesmo que tivesse aquela proteção de folhas –, queimava muito e também fazia todos ficarem cansados e prontos para cair no chão e não levantar mais!
Não demorou muito para o calor aumentar, as árvores diminuírem de quantidade e não chão aparecerem pequenos montinhos de areia. Todos logo se animavam e ao longe se podia ver entre as poucas árvores que restaram mais areia... Cada vez mais perto!
Mais alguns metros de caminhada e todos se depararam com quase nenhuma árvore e um chão pedregoso com duas colunas repletas desenhos e símbolos. Esses pilares tinham como ligação um arco onde se podia ler:
Μάρμαρα Έρημος

- Mármara Érimos, o Deserto de Mármore! – Falou Akihito. – É, chegamos!
Todos observavam aquela entrada pasmos com o tamanho das dunas atrás. Eram pelo menos dez metros de altura e um caminho as cortava, porém, não havia areia dentro.
- Aquele caminho. – Apontou Wolf. – Porque não está encoberto pela areia?
- Este caminho só é aberto para aqueles que devem passar! Aqueles que têm um objetivo... – Falou uma voz vinda de lá. Logo um homem de sobretudo preto saiu do meio das dunas. – ...Assim como eu e vocês!
O homem tinha um sobretudo preto e sua pele era escura, cabelo levemente encaracolado e com um corte bem curto. A camiseta de dentro era vermelha escura com um X vermelho claro cortando ela por inteiro. Para completar, uma calça jeans escura e tênis pretos.
- Q-Quem é você? – Indagou Akihito.
- Meu nome é Badu Abasi, sou o Membro Número Cinco da Kurooni! O Guerreiro da Terra! – Apresentou-se ele.
Um grande digimon surgiu atrás dele, em torno de dois metros. Ele usava ombreiras com espinhos, roupa preta, um cinto dourado, um tipo de capacete com um só chifre e tinha um tipo de cachecol branco.
- Hum... Esses são os Escolhidos, Badu? – Perguntou. O garoto confirmou com a cabeça. – Há! Inúteis! Acabo com eles em... Hum, alguns segundos!
De dentro de um bolso da calça, Badu retirou um objeto. Seu digivice.
- Badu, vamos aniquilar esses desgraçados! – E sorriu. Apontou para Mephistomon. – Começando com você, demônio!
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E aí? Gostaram?
Achei que o final foi o melhor!

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Re: Digimon Krieg

Mensagem por Mickey em Seg 07 Jan 2013, 10:26 am

@#$%& meu personagem favorito será o Bullmon! PONTO FINAL.

Rsrsrs! Coitado Digi Rei... ele só faz duas coisas... Carregar malas e comer grama.

Eu sou Andromon líder da Vila Bekas! Estes são Wolfgang e Carla, com seus digimons Mephistomon e Ponchomon, são Escolhidos! E aquele é Bullmon, o burro de carga!
Sacanagem né... foi engraçado! xD~~

Parabéns pelo episódio! Por hora seus personagens estão viajando muito. Não acha?
Literalmente é uma jornada...

E agora outro personagem! Akihito e Renamon. Vejamos como eles trabalham com a equipe. Mas crio que já estejam bem adiantados em poder.

E essa luta em Mármara Érimos parece que promete heim?

Agora...
Digi Rei escreveu:Quem sabe em Fevereiro ou Março, eu traga o quinto!
Fevereiro ou Março eu volto na sua Fanfic... portanto trate de acabar com a preguiça!

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Re: Digimon Krieg

Mensagem por Digi Rei em Seg 07 Jan 2013, 12:06 pm

Mickey escreveu:@#$%& meu personagem favorito será o Bullmon! PONTO FINAL.

Rsrsrs! Coitado Digi Rei... ele só faz duas coisas... Carregar malas e comer grama.

Eu sou Andromon líder da Vila Bekas! Estes são Wolfgang e Carla, com seus digimons Mephistomon e Ponchomon, são Escolhidos! E aquele é Bullmon, o burro de carga!
Sacanagem né... foi engraçado! xD~~

Parabéns pelo episódio! Por hora seus personagens estão viajando muito. Não acha?
Literalmente é uma jornada...

E agora outro personagem! Akihito e Renamon. Vejamos como eles trabalham com a equipe. Mas crio que já estejam bem adiantados em poder.

E essa luta em Mármara Érimos parece que promete heim?

Agora...
Digi Rei escreveu:Quem sabe em Fevereiro ou Março, eu traga o quinto!
Fevereiro ou Março eu volto na sua Fanfic... portanto trate de acabar com a preguiça!

KKKKKKKKKKKKKKKKKK'
Burro de Carga! kk'

Enfim, que bom que gostou!
Então, Akihito e Renamon vão se sair bem com a equipe... Eu espero Very Happy

Ah, promete... E muito, estou com ideias malucas e ótimas para o que irá acontecer lá!
Por ora, é só imaginar...

Mas é claro que têm que viajar!
Eles têm uma missão! E é esta que ele querem completar! E não desistirão! Smile

OBRIGADO POR LER!

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