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Creepypastas

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Creepypastas

Mensagem por Christian L em Seg 03 Dez 2012, 4:08 pm

Ben... Quer dizer... Bem, já viram aquelas histórias assustadoras que não se sabe se é verdade ou mentira? Então, começou a me chamar a atenção, até porque, mesmo se forem apenas mentiras, são muito bem feitas...

Conhecem o Ben? Não estou falando do Ben 10, e sim do Ben que teve um cartucho amaldiçoado do The legend of Zelda- Majora's Mask. Talvez já saibam da história, tal que me fez criar o tópico para que postassem outras lendas como esta, ou para simplesmente discutirmos sobre o assunto...

O link de onde a história começa(no mesmo site existem outras duas partes além desta, podem procurar lá em baixo): http://minilua.com/o-lado-negro-de-zelda-1/


Última edição por Christian L em Ter 04 Dez 2012, 6:11 am, editado 1 vez(es)

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Re: Creepypastas

Mensagem por Lawliet em Seg 03 Dez 2012, 5:20 pm

Essa é meio velha, acho que é falsa, a maioria das creepys são. Só algumas de Pokémon que acredito que são verdadeiras.
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Re: Creepypastas

Mensagem por Christian L em Seg 03 Dez 2012, 5:27 pm

Eu sei que tem muito mais chances de serem falsas, mas são emocionantes... alegria

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Re: Creepypastas

Mensagem por Lawliet em Seg 03 Dez 2012, 6:02 pm

*Coff Coff*

Falsas...
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Re: Creepypastas

Mensagem por Marcy em Seg 03 Dez 2012, 6:11 pm

Creepy-pastas? Ih, conheço várias! Essa do Ben é bem antiga, eu já conhecia.

Bem, vou postar algumas que eu tenho conhecimento. Leiam... se tiverem coragem... vamos lá:

Giygas (Mother 2/Earthbound, SNES), o chefe mais assustador de todos os tempos
Diferente de muitas histórias, esta aqui é uma experiência de jogo real, sem subliminaridades ou contos fabricados: aqui, o negócio é pra valer mesmo! Por isso, caso ainda não conheça, venha conferir a história por trás de Giygas, o chefe final de Mother 2 (Earthbound) de SNES… Se tiver coragem!

Spoiler:
Earthbound, conhecido no Japão como Mother 2 (o primeiro jogo, lançado para NES, nunca foi localizado para os EUA), é um RPG desenvolvido pela Ape em parceria com a HAL Laboratory. Idealizado por Shigesato Itoi e tendo a participação na producão de figuras como Satoru Iwata (que comandou a programação) e Hirokazu “Hip” Tanaka, o game buscava parodiar e brincar com vários elementos da cultura americana, de uma forma bem leve e humorada, com uma história envolvendo abdução e invasão alienígena aliada à habilidade de poderes psíquicos e paranormais. No entanto, essa abordagem foi totalmente esquecida no momento final do jogo, quando os personagens precisam enfrentar Giygas, que, enquanto que no primeiro Mother era uma espécie de alienígena cuja “mãe” humana o ensinou a ter compaixão – o que definitivamente foi crucial para sua derrota nesse episódio – agora adquire tamanho poder a ponto de destruir sua própria consciência e mente, tornando-se não apenas a personificação ou representação do que há de maligno, e sim o próprio mal em si, sem forma definida ou aparência. É o puro “conceito” do mal.

Sem mais delongas, vamos ao pertubador vídeo que ilustra esse momento final. No início, os heróis têm de voltar ao passado para derrotar Porkey, o vizinho do protagonista Ness que sofreu uma lavagem cerebral dos alienígenas, e o próprio Giygas, ainda em processo de transformação física através de um dispositivo chamado Devil’s Machine. No entanto, Porkey, após derrotado, decide desligar essa máquina, liberando toda a energia maligna que Giygas é, jogando os heróis em uma dimensão de completa escuridão, onde os ataques da “criatura” são imensuráveis e incompreensíveis, e quaisquer tentativas de revidar não surtem efeito significativo.

Porém, há uma última esperança de derrotar Giygas: através do poder da fé. A personagem Paula, que está junto nesta batalha desesperadora, começa a clamar:

Por favor, dai-nos forças… Se possível… Por favor… Alguém… Ajude!”

Assim, aos poucos todos os personagens os quais Ness e seus amigos encontraram durante a aventura começam a sentir algo diferente, a ponto de fazer suas preces pelo bem-estar dos heróis naquele momento difícil. As defesas de Giygas se tornam instáveis, e novas transformações dimensionais passam a ser constantes.

Para os impacientes, a 1ª transformação ocorre aos 3:00min do vídeo, e as orações se iniciam a partir do 6º minuto de vídeo.



Conforme Giygas demonstra sua fraqueza, são disparadas frases meio que incompreensíveis, e todos os habitantes do universo do game continuam orando pelos heróis, enfraquecendo mais ainda o mal. As coisas se tornam cada vez mais instáveis, e as preces de Paula são absorvidas pela escuridão, sem serem transmitidas aos outros. No entanto, a batalha termina bem. A transformação final e o desfecho da luta podem ser conferidos aqui (sem o final do jogo, é claro), a partir dos 5:00min, quando tudo foge do controle. É bizarro até mesmo de assistir.



Quem imaginaria um game da Nintendo com tantas coisas assim?

Como surgiu

Tudo isso veio da mente doentia de Shigesato Itoi. Mas como? Em uma entrevista concedida em 2003, o designer declara de onde surgiu a ideia de Giygas:

“Basicamente, Giygas é algo do qual não faz muito sentido, sabe? Mas existe uma parte dele que é como algo vivo que precisa de amor. Essa parte é o seio de Hisako Tsukuba no filme ‘The Military Policemen and the Dismembered Beaty’ [...] É um trauma de infância. Quando eu era criança, acidentalmente acabei assistindo ao filme errado no cinema. Depois que vi, voltei para casa totalmente consternado. Eu estava tão chocado que deixei meus pais preocupados. Afinal de contas, uma mulher havia sido estuprada. Em um rio. No filme. Quando o cara pegou seio dela e apertou bem forte, parecia uma bola. Isso me atingiu de uma forma muito forte, diretamente na minha mente

[...]

Em outras palavras, havia esse senso de terror com a atrocidade e o erotismo caminhando lado-a-lado, e é isso que o monólogo de Giygas significa. No final, ele diz: “Isso dói”, não é mesmo? Aquele é… O seio dela. É como, eu descrevo, como uma sensação ‘humana’”

Para resumir, Shigesato Itoi usou da forma mais apropriada para tratar de seu trauma de infância: compartilhando-o com todas as outras crianças no mundo! No entanto, talvez seu inconsciente tenha ido além do que deveria, criando uma memória de algo que realmente não aconteceu.

O que quero dizer com isso? Bem, acontece que o filme citado NÃO POSSUI cena alguma de estupro. A única coisa retratada no filme é um estrangulamento de uma mulher. E nem aparecem os seios! Confira uma versão super resumida da película:



Por mais que isso seja algo totalmente fabricado pela mente de Itoi, a menção a estupro e erotismo aliada à forma de Giygas após sair da Devil Machine serviu para alimentar diversas teorias acerca do que a batalha final de Earthbound representaria de fato. A mais famosa é a…

Teoria do Aborto

De acordo com essa imagem do mapa referente o trecho final do game, a estrutura da Devil’s Machine se assemelha muito ao Cérvix, também conhecido como o colo do útero de uma mulher. E a “forma” que Giygas adquire seria semelhante a de um feto, ou seja, toda a cena é uma figuração de um aborto!

A tese também suporta o fato de que a origem de Giygas tenha sido através de um estupro. De acordo com a história canônica desde o primeiro Mother de NES, dois terráqueos chamados Maria e George foram abduzidos e obrigados a cuidar da criatura, designada a invadir a Terra. No entanto, indo além desse conto, Maria teria sido violentada pelos alienígenas a fim de gerar a criatura, e algumas das frases que Giygas profere na batalha final seriam na verdade o que Maria havia dito enquanto era estuprada.

Isso sem falar, é claro, no nome original do jogo em japonês: Mother. E no trauma de infância de Itoi, ou seja, do estupro que ele diz ter presenciado no filme e que na verdade é apenas um produto de sua mente imaginativa. Ainda assim, essas evidências só apoiam a tese criada por alguns dos aficcionados pelo jogo.

A teoria, apesar de um pouco furada (na minha humilde opinião, vale ressaltar), é uma forma bastante imaginativa de encontrar algum sentido além da proposta que o jogo apresenta, que por si só já é bizarra não somente para um game da Nintendo, como para um jogo de qualquer console!

No entanto, com o tempo, isso não a impediu a Teoria do Aborto de ser ridicularizada pelos fãs, como podemos ver imagens como essa.



Fonte: Passagem Secreta

Mistério de Lavender Town (Pokémon Red/Blue/Green version)

No fim de 2010, surgiu na rede uma história sombria envolvendo uma das versões de Pokemon de Game Boy e a morte de um garoto que acabou jogando demais o cartucho. Pelo fato de ter aparecido em diversos blogs, fórums e comunidades no Orkut, muitos acabaram acreditando no rumor – principalmente devido à riqueza de detalhes e as provas apresentadas para sustentar a história, principalmente na parte que se refere à música assustadora do jogo.

Spoiler:
Há muito tempo surgem boatos de que muitos jogadores, após jogar Pokemon Red e Green de Gameboy, manifestaram sintomas de “dores de cabeça, sangramento dos olhos e ouvidos, alterações do humor e irritabilidade, o apego aos jogos, violência sem sentido, reclusão e apatia, e em aproximadamente 67% dos casos, tendências suicidas” Ainda de acordo com o relatório, os sintomáticos apresentaram essas sequelas após chegar à cidade de Lavender no jogo. E, de forma mais específica, a maioria deles utilizava fones de ouvido enquanto jogavam.

Lavender Town é um trecho do game que fica um pouco fora da rota normal que o jogador percorre, e consiste em uma das menores cidades do jogo. Além disso, a cidade é caracterizada por ter um prédio enorme chamado Pokemon Tower. Ali, são depositados os restos mortais de todos os Pokemons falecidos, que (obviamente) viram fantasmas, assombrando o local. Como se só esse pano de fundo já não fosse suficiente para assustar alguns, a música da cidade não colabora muito para tornar as coisas mais leves. Olha só:



De acordo com um dos casos relatados no texto, as primeiras versões de Pokemon Red/Green possuíam a música com algumas frequências a mais, que seriam inaudíveis aos seres humanos, mas que provocam efeitos psicológicos totalmente perturbadores, resultando nas patologias indicadas pelo relatório. Esse efeito acústico é conhecido como “batidas binaurais”, que, de acordo com alguns estudos, resultariam de fato em efeitos semelhantes aos que as crianças apresentaram – até aí tudo bem.

Uma das histórias que serviram para ilustrar o fenômeno no texto se refere a dois colegas que resolveram jogar Pokemon juntos. Um deles, ao chegar em Lavender Town e ouvir a música, ficou fascinado e, como tinha interesse na parte de engenharia sonora, logo havia percebido que “as frequências nessa canção são bem diferentes; elas se misturam de uma forma bem especial. Mas falta alguma coisa ainda. Acho que tem algum efeito de mixagem nela, que nunca seria ouvido num Gameboy, já que o chip de som dele é tão limitado”

Poucos dias depois, ele foi encontrado morto, caído no chão, ainda com os fones de ouvido na cabeça.

Ao ter acesso a seu laptop, seu melhor amigo encontrou um arquivo de som em formato .wav, aonde estava escrito em suas propriedades a frase “tons binaurais, adicionei as frequências necessárias. Agora sei porque a música é tão triste, sabia que faltava alguma coisa nela”

Ao passar o arquivo por um espectrograma – um analisador de frequências sonoras – ele encontrou imagens aterrorizantes, a partir dos 08:40 min do vídeo. Tirem as crianças da sala.



Para aqueles que estavam sem as fraldas, o que aparece no espectograma é uma imagem do pokemon fantasma – que você enfrenta na cidade – junto da frase Leave Now, escrita pelos Pokemons Unown. Em seguida, há uma série de sons destoantes que seguem junto com a música, que deixam qualquer um insano ao ouvir por mais de 30 segundos.

Sem dúvida, são provas suficientes de que Junichi Masuda, o compositor de Pokemon, é adorador de Satanás. Ou de onde você acha que ele tirou todos aqueles sons para cada Pokemon? (/irônico)

---


Ok ok, tudo isso tem uma explicação. Quem quiser ver a verdade por trás da lenda clique no link: http://passagemsecreta.com/pokemon-o-misterio-da-musica-de-lavender-town-desmistificado-aqui/
Essa segunda creepy-pasta já foi desmascarada, mas a primeira é verdadeira.
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Re: Creepypastas

Mensagem por spikehunter em Seg 03 Dez 2012, 6:33 pm

Bem interessante esse tópico que você criou vou dar uam lidade na tal história...
Ai foi só eu que pensei nisso esses tempo eu tambem ouvi dizer que um dos cavaleiros reais tem alguama relação com com esse tipo de coisas mais não sei, ou será que não ?
Em uma das temporadas pokemons, temos ou pokemon lendário que possue uma mascara estranhe eu cojo a lenda foi baseada nessa coisa ai ? nós dois casos as mascaras são esquisitas sendo que este pokemon tem uma cara
Então a história da torre mostrada no game e no mangá original de onde o jogo saiu foi desmentida é isso ?


Última edição por spikehunter em Seg 03 Dez 2012, 9:53 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Creepypastas

Mensagem por Akira Takaishi em Seg 03 Dez 2012, 6:46 pm

Eu amo essas coisas. Aliás, eu li a do Ben umas duas semanas depois que o autor postou. Muito boa, mas o próprio autor reconheceu que era falsa. Eu curto assistir a série Haunted Gaming no youtube. O cara fala de várias creepy-pastas de games e ateh uma de Bob Esponja (SÉRIO!)
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Re: Creepypastas

Mensagem por Marcy em Seg 03 Dez 2012, 7:01 pm

spikehunter escreveu:Bem interessante esse tópico que você criou vou dar uam lidade na tal história...
Ai foi só eu que pensei Nisso ou o cavaleiro Giygasmons um dos cavaleiros reais tem alguam relação com ou será que não foi inspirado de umas dessas lendas ou é so o nome que é parecido?
Em uma das temporadas pokemons temo HeadGiygas ou pokemon lendário que possue uma mascara estranhe será que tambem não tiraram dai? nós dois casos as mascaras são esquisitas sendo que este pokemon tem uma cara muito parecida com essa dá foto ai!
Etão a história da torre mostrada no game e no mangá original de onde o jogo saiu foi desmentida é isso ?
Calma lá, uma coisa de cada vez.

Primeiramente, nunca ouvi falar desse Giygasmon nem desse Headgiygas o_O''

E segundo, essa torre que está falando é de Pokémon, isso? Se sim, ela possui uma outra história (digna de ser uma creepypasta também, tanto que vou postar aqui hehehe)

Essa história aqui fala da trilha sonora de Lavender Town, que é a que eu coloquei no spoiler do meu post anterior. Porém também fala sobre umas certas aparições na cidade...

Lavender Town era uma cidade amaldiçoada? (Pokémon)

Quem aqui nunca ouviu falar das músicas da Xuxa que, quando tocadas de trás para frente, viram sons diabólicos? Parece que Pokémon também entra no ramo de mensagens subliminares no mundo do entretenimento infantil. Uma coisa é fato, a música tema da cidade de Lavender mudou. As primeiras levas de Pokémon Red e Green no Japão (Green era a versão Blue japonesa) possuíam uma música muito diferente da atual. Era um tom diferente da do resto das cidades do jogo, na verdade, Lavender Town já é visualmente distinta das demais. Ela é minúscula, não tem ginásio e possui uma torre chamada Pokémon Tower, onde os Pokémon falecidos jazem para sempre.

Essa teoria vem de relatórios vazados pelas empresas japonesas envolvidas com o projeto do jogo que associavam o surto de suicídios de crianças japonesas e outros sintomas estranhos aos jogos da série Pokémon. Na época, Red e Green faziam muito sucesso, mas os casos só afetavam crianças que chegavam à cidade de Lavender. O motivo tinha sido taxado como a música assustadora do lugar, que provocava tendências suicidas, irritabilidade, mudança de humor, dores de ouvido, enxaqueca, forte apego ao jogo, hemorragia nos olhos (eita!) e dores de cabeça. Como a legislação japonesa dá liberdade às empresas de não tornarem essas informações públicas, elas vieram de funcionários que deixaram-na vazar.

Há muitos relatos de supostos desenvolvedores e dos encarregados de fazer a trilha do jogo, mas não se sabe se é verdade. Até ai, a teoria poderia até ser verdadeira, mas começam então boatos de efeitos não só sonoros, mas visuais. Na Pokémon Tower, essas crianças disseram ter presenciado imagens de uma mão em carne viva e ossos à mostra, um fantasma parecido com o visto normalmente no jogo, só que mais diabólico e enfrentando um “Pokémon” que na verdade é um homem saindo de sua cova (as imagens descritas pelo texto são supostamente essas).




Não é a toa que a Nintendo nunca se pronunciou sobre isso, ela simplesmente mudou a Pokémon Tower para um estação de rádio nas versões posteriores do jogo.

Fonte: Nintendo Blast
Ou seja, como estavam criando muitas lendas acerca da Pokémon Tower, a Nintendo resolveu trocá-la por uma estação de rádios nos jogos seguintes. Simples assim.
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Re: Creepypastas

Mensagem por Akira Takaishi em Seg 03 Dez 2012, 7:05 pm

Na verdade, se for pensar, quando saiu Pokemon Fire red e Leaf green Lavender volto a se do msmo jeito que era no r/g/b/y.
Acho que eles mudaram só por que não tinha mais nenhum motivo pra Pokemon Tower sem o enredo da mãe do Cubone. Mas tem uma creepy pasta que dah tipo uma backstory pra radio tower.
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Re: Creepypastas

Mensagem por Marcy em Seg 03 Dez 2012, 7:31 pm

Akira Takaishi escreveu:Na verdade, se for pensar, quando saiu Pokemon Fire red e Leaf green Lavender volto a se do msmo jeito que era no r/g/b/y.
Acho que eles mudaram só por que não tinha mais nenhum motivo pra Pokemon Tower sem o enredo da mãe do Cubone. Mas tem uma creepy pasta que dah tipo uma backstory pra radio tower.
Pokémon Fire Red e Leaf Green são releituras dos primeiros jogos, então era óbvio que teriam de refazer a Pokémon Tower. Porém nos remakes não ocorre o que ocorre nas versões originais - por exemplo, o Gary não lamenta pela morte de seu Raticate na torre, nem aparecem fantasmas (na verdade, a parte de que aparecem fantasmas negros na torre em Pokémon Red/Blue/Green é verdadeira; agora as outras aparições nunca foram confirmadas).
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Re: Creepypastas

Mensagem por Lawliet em Seg 03 Dez 2012, 8:02 pm

Cara, eu me borrava de medo quando eu tinha um GameBoy, e passava por Lavender ou pela Lavender Tower, já ouviram a história do Ghost?

Ghost Curses You:
Eu sou alguém que você poderia chamar de colecionador de jogos modificados da série Pókemon.
Pókemon Diamond & Jade, Chaos Black, etc… É fantástico a frequência com que você encontra modificações dos jogos Pokemon no camelô e em lojas populares. Eles são normalmente muito divertidos. Os erros de tradução e qualidade baixa acabam os deixando muito engraçados.
Eu sempre conseguia achar a maioria dos que eu jogava online, mas existe um que eu jamais ouvi qualquer menção sobre ele. Eu o comprei numa lojinha do centro a aproximadamente 5 anos atrás.

No inicio do game o professor Oak começa a falar, a partir disso podemos constatar que trata-se da versão Red, mas depois de selecionar o seu Pokémon inicial era só olhar lista e você deveria ter em adição o Bulbassaur, o Charmader ou o Squirtle ou um outro pokémon, GHOST.

O pokémon era level 1, seu sprite era como o dos fantasmas da Pokémon Tower em Lavender, ele tinha somente um ataque, “Curse” (amaldiçoar), eu sei que existe um outro ataque com esse nome, mas ele não existia nessa geração, então ele provavelmente foi colocado no jogo.

O pokémon adversário não podia atacar Ghost, aparecia na tela de mensagem que ele estava com muito medo para agir e quando o ataque curse era utilizado no meio da batalha, a tela ficava toda preta instantaneamente. O choro do Pokémon adversário era escutado mas um pouco distorcido em uma frequência bem mais aguda que o habitual, quando a tela de batalha voltava ao normal o pokémon adversário havia sumido e se você usasse em uma batalha contra um treinador, quando as pokebolas representando os seus pokémons fossem aparecer no canto da tela, haveria uma pokebola a menos.


Para mim isso tudo deixava subentendido que o pokémon morreu, além disso o mais estranho é que ao vencer um treinador e ver a mensagem “Red recebeu $200 por ganhar!”, a mensagem aparecia novamente e se você selecionasse “Run” a batalha acabaria normalmente mas se você escolhesse “Curse”, quando retornasse ao mapa poderia notar que o treinador havia desaparecido.

Depois de sair e entrar novamente na área dava pra notar uma tumba onde estava o treinador, semelhante as que tinha na Pokémon Tower em Lavender. O jogo muda um pouco depois de derrotar a “Elite Four”, no entanto… Depois de ver o Hall da Fama, que consistia do Ghost e vários outros pokémons level 1, a tela cortava para uma tela preta com a frase: “Alguns anos depois”. De repente o jogo nos leva para a Pokémon Tower onde pode-se notar um velho parado olhando para as tumbas.

Dando a entender que este velho é nada mais nada menos que seu personagem, nesse ponto você não possui mais nenhum pokémon, nem mesmo Ghost que até este momento era impossível de remover de sua party depositando no PC.

O mapa está vazio, não existe mais nenhum NPC, mas as tumbas dos treinadores que foram derrotados durante a sua trajetória ainda estavam lá, outro detalhe interessante é que não importava o lugar que você estivesse, a música da cidade de Lavender continuava em um loop infinito.

Depois de pensar por um momento dava pra se perceber que na Diglett’s Cave um dos arbustos cortáveis, que geralmente bloqueiam o caminho, não estava mais lá, permitindo assim que você retornasse a cidade de Pallet.

Ao entrar na sua casa e ir exatamente aonde o jogo se inicia a tela corta pra outra tela preta e começam a aparecer figuras de vários pokémons que foram derrotados pelo curse. No final, após aparecer a imagem do pokémon do meu adversário surgem também imagens do Youngster, Gambler e meu rival, mas ao passo que estes e muitos outros treinadores iam aparecendo a música da cidade de Lavender começava a ficar cada vez mais aguda, até que na hora que meu rival surge emergindo em um verdadeiro estrondo demoníaco.

A tela fica preta novamente até que a tela de batalha surge, revelando você um velho, em contrapartida Ghost aparece do outro lado seguido pela mensagem: “Ghost wants to fight!”, contudo nesse momento você está impossibilitado de usar itens, nem mesmo pokémons. Se você tentasse correr não conseguiria, a única opção era “Fight”.

Escolhendo lutar, automaticamente você usaria o ataque Struggle (debater-se) que não afetava Ghost e ainda fazia você perder um pouco do seu HP e na vez de Ghost atacar simplesmente aparecia na tela a mensagem “…”.

Quando seu HP chegava a um ponto crítico, ele finalmente usava o seu temido ataque “Curse”, corte para a tela preta pela última vez e independente do que você fizesse você ficava preso nesta tela, só lhe restando desligar seu Game Boy. Quando você ligava novamente a única opção era “New Game”, o jogo havia deletado seu save file.

Eu joguei essa versão várias a várias vezes, o jogo sempre acabava dessa forma. Várias vezes eu tentei não usar o Ghost, mesmo sendo impossível removê-lo, nesses casos no final do jogo não mostrava a foto de qualquer treinador ou pokémon, a tela apenas cortava direto para a cena final de batalha com Ghost.

Eu nunca entendi os motivos por trás da criação desse hack. No entanto ele foi muito pouco distribuido, então não foi por ganho financeiro. O jogo foi muito bem feito para uma versão hack. Parece que este hack na verdade queria transmitir uma mensagem através do jogo, eu não estou muito certo mas seria de que A MORTE É INEVITÁVEL? Ou apenas injetar morte e horror em um jogo infantil?

No mundo Pokémon existe algumas coisas muito intrigantes mesmo, eles são armas mas são seus amigos, eles lutam até a morte mas nunca morrem e estão sempre te esperando no Centro Pokémon mais próximo, curados e prontos para outra aventura. Talvez este seja o ponto mesmo, fazer o jogador se perguntar: “O que acontece quando um pokémon morre?” E talvez isto seja a coisa mais assustadora, talvez as crianças não se perguntem isso, mas após jogar esse jogo certamente irão ter essa dúvida.

Atualmente eu não possuo mais o cartucho, mas não o perdi, livrei-me dele intencionalmente. Apenas voltei para a lojinha onde o comprei e vendi ele barato para o primeiro estranho interessado. Ele achou que o havia conseguido por uma pechincha. Porém eu não contei algo a ele…

Um dia antes, eu joguei o hack de novo, pela ultima vez. Eu joguei normalmente como sempre e terminei o jogo. A tela ficou preta e o jogo congelou, como das outras vezes.

Eu estava pronto para desligar meu game boy quando o telefone tocou, fiquei cerca de 15 minutos no telefone. Instantes depois ouvi alguma coisa vinda do meu quarto. Eu entrei no meu quarto, e vi alguma coisa na tela do game boy. Eu estava excitado, talvez haveria algo mais no hack que eu ainda não havia descoberto. Peguei o Game Boy e haviam duas luzes vermelhas na tela. De repente, apareceu uma mensagem sobre as luzes: “Ghost curses you” (Ghost amaldiçoou você)
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Re: Creepypastas

Mensagem por Marcy em Seg 03 Dez 2012, 8:15 pm

Lawliet escreveu:Cara, eu me borrava de medo quando eu tinha um GameBoy, e passava por Lavender ou pela Lavender Tower, já ouviram a história do Ghost?

Ghost Curses You:
Eu sou alguém que você poderia chamar de colecionador de jogos modificados da série Pókemon.
Pókemon Diamond & Jade, Chaos Black, etc… É fantástico a frequência com que você encontra modificações dos jogos Pokemon no camelô e em lojas populares. Eles são normalmente muito divertidos. Os erros de tradução e qualidade baixa acabam os deixando muito engraçados.
Eu sempre conseguia achar a maioria dos que eu jogava online, mas existe um que eu jamais ouvi qualquer menção sobre ele. Eu o comprei numa lojinha do centro a aproximadamente 5 anos atrás.

No inicio do game o professor Oak começa a falar, a partir disso podemos constatar que trata-se da versão Red, mas depois de selecionar o seu Pokémon inicial era só olhar lista e você deveria ter em adição o Bulbassaur, o Charmader ou o Squirtle ou um outro pokémon, GHOST.

O pokémon era level 1, seu sprite era como o dos fantasmas da Pokémon Tower em Lavender, ele tinha somente um ataque, “Curse” (amaldiçoar), eu sei que existe um outro ataque com esse nome, mas ele não existia nessa geração, então ele provavelmente foi colocado no jogo.

O pokémon adversário não podia atacar Ghost, aparecia na tela de mensagem que ele estava com muito medo para agir e quando o ataque curse era utilizado no meio da batalha, a tela ficava toda preta instantaneamente. O choro do Pokémon adversário era escutado mas um pouco distorcido em uma frequência bem mais aguda que o habitual, quando a tela de batalha voltava ao normal o pokémon adversário havia sumido e se você usasse em uma batalha contra um treinador, quando as pokebolas representando os seus pokémons fossem aparecer no canto da tela, haveria uma pokebola a menos.


Para mim isso tudo deixava subentendido que o pokémon morreu, além disso o mais estranho é que ao vencer um treinador e ver a mensagem “Red recebeu $200 por ganhar!”, a mensagem aparecia novamente e se você selecionasse “Run” a batalha acabaria normalmente mas se você escolhesse “Curse”, quando retornasse ao mapa poderia notar que o treinador havia desaparecido.

Depois de sair e entrar novamente na área dava pra notar uma tumba onde estava o treinador, semelhante as que tinha na Pokémon Tower em Lavender. O jogo muda um pouco depois de derrotar a “Elite Four”, no entanto… Depois de ver o Hall da Fama, que consistia do Ghost e vários outros pokémons level 1, a tela cortava para uma tela preta com a frase: “Alguns anos depois”. De repente o jogo nos leva para a Pokémon Tower onde pode-se notar um velho parado olhando para as tumbas.

Dando a entender que este velho é nada mais nada menos que seu personagem, nesse ponto você não possui mais nenhum pokémon, nem mesmo Ghost que até este momento era impossível de remover de sua party depositando no PC.

O mapa está vazio, não existe mais nenhum NPC, mas as tumbas dos treinadores que foram derrotados durante a sua trajetória ainda estavam lá, outro detalhe interessante é que não importava o lugar que você estivesse, a música da cidade de Lavender continuava em um loop infinito.

Depois de pensar por um momento dava pra se perceber que na Diglett’s Cave um dos arbustos cortáveis, que geralmente bloqueiam o caminho, não estava mais lá, permitindo assim que você retornasse a cidade de Pallet.

Ao entrar na sua casa e ir exatamente aonde o jogo se inicia a tela corta pra outra tela preta e começam a aparecer figuras de vários pokémons que foram derrotados pelo curse. No final, após aparecer a imagem do pokémon do meu adversário surgem também imagens do Youngster, Gambler e meu rival, mas ao passo que estes e muitos outros treinadores iam aparecendo a música da cidade de Lavender começava a ficar cada vez mais aguda, até que na hora que meu rival surge emergindo em um verdadeiro estrondo demoníaco.

A tela fica preta novamente até que a tela de batalha surge, revelando você um velho, em contrapartida Ghost aparece do outro lado seguido pela mensagem: “Ghost wants to fight!”, contudo nesse momento você está impossibilitado de usar itens, nem mesmo pokémons. Se você tentasse correr não conseguiria, a única opção era “Fight”.

Escolhendo lutar, automaticamente você usaria o ataque Struggle (debater-se) que não afetava Ghost e ainda fazia você perder um pouco do seu HP e na vez de Ghost atacar simplesmente aparecia na tela a mensagem “…”.

Quando seu HP chegava a um ponto crítico, ele finalmente usava o seu temido ataque “Curse”, corte para a tela preta pela última vez e independente do que você fizesse você ficava preso nesta tela, só lhe restando desligar seu Game Boy. Quando você ligava novamente a única opção era “New Game”, o jogo havia deletado seu save file.

Eu joguei essa versão várias a várias vezes, o jogo sempre acabava dessa forma. Várias vezes eu tentei não usar o Ghost, mesmo sendo impossível removê-lo, nesses casos no final do jogo não mostrava a foto de qualquer treinador ou pokémon, a tela apenas cortava direto para a cena final de batalha com Ghost.

Eu nunca entendi os motivos por trás da criação desse hack. No entanto ele foi muito pouco distribuido, então não foi por ganho financeiro. O jogo foi muito bem feito para uma versão hack. Parece que este hack na verdade queria transmitir uma mensagem através do jogo, eu não estou muito certo mas seria de que A MORTE É INEVITÁVEL? Ou apenas injetar morte e horror em um jogo infantil?

No mundo Pokémon existe algumas coisas muito intrigantes mesmo, eles são armas mas são seus amigos, eles lutam até a morte mas nunca morrem e estão sempre te esperando no Centro Pokémon mais próximo, curados e prontos para outra aventura. Talvez este seja o ponto mesmo, fazer o jogador se perguntar: “O que acontece quando um pokémon morre?” E talvez isto seja a coisa mais assustadora, talvez as crianças não se perguntem isso, mas após jogar esse jogo certamente irão ter essa dúvida.

Atualmente eu não possuo mais o cartucho, mas não o perdi, livrei-me dele intencionalmente. Apenas voltei para a lojinha onde o comprei e vendi ele barato para o primeiro estranho interessado. Ele achou que o havia conseguido por uma pechincha. Porém eu não contei algo a ele…

Um dia antes, eu joguei o hack de novo, pela ultima vez. Eu joguei normalmente como sempre e terminei o jogo. A tela ficou preta e o jogo congelou, como das outras vezes.

Eu estava pronto para desligar meu game boy quando o telefone tocou, fiquei cerca de 15 minutos no telefone. Instantes depois ouvi alguma coisa vinda do meu quarto. Eu entrei no meu quarto, e vi alguma coisa na tela do game boy. Eu estava excitado, talvez haveria algo mais no hack que eu ainda não havia descoberto. Peguei o Game Boy e haviam duas luzes vermelhas na tela. De repente, apareceu uma mensagem sobre as luzes: “Ghost curses you” (Ghost amaldiçoou você)
Já vi essa também, mas na forma de vídeo.

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Re: Creepypastas

Mensagem por Mickey em Seg 03 Dez 2012, 9:13 pm

Scooby doo Meu FILHO CADÊ VOCÊ?!

Que tópico é esse... Cruz credo...
Nossa tanta coisa sombria... até por trás de zelda...
Nunca termino meus Jogos de Pokémon...
Mas agora fiquei curioso ou medo... xD~~

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Re: Creepypastas

Mensagem por spikehunter em Seg 03 Dez 2012, 9:49 pm


oU DESCULPA AE EU ME FIZ ENTENDER MAL eu vou te mostrar , primeiro errei o nome do digimon , ok é o seguinte eu achei esse bixo ai tivesse algo a em comum com as mascara, isso por que as vezes pra criar um personagem eles poderiam ter se baseado em algumas dessas histórias, esse Pokemon tem uma mascara esquisita na cara e no episódio as lendas a seu respeito, acabaram me chamando atenção, com algumas coisas parecidas com o que disse, eu só achei que talvez eles tivessem se inspirado nessas creepypastas, era só isso, e quanto a Torre não sabia que tinha dado toda essa repercução, eu joguei o jogo passei por ela mais na vi nada, alias quando li o mangá achei mais horripilante ainda e até no mangá pokemons morrem direto o que não vemos no anime... a quela parte onde o Blue aparece possuido é bizarra ...


Última edição por spikehunter em Ter 04 Dez 2012, 6:27 am, editado 1 vez(es)
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Re: Creepypastas

Mensagem por Christian L em Ter 04 Dez 2012, 4:43 am

Eu vi essas de pokemon, não dormi direito por três dias... Nunca foi pensado nisso, é se todos os digimons morressem... Esse Ghost realmente me deu medo... Mas a creepypasta que mais me deu medo foi a de Majora's Mask... Até porque quando vamos no cleverbot ás vezes o bot diz ser o Ben, ele começa a falar coisas esquisitas, fala da lenda e diz ser o Capeta D:

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Re: Creepypastas

Mensagem por Marcy em Ter 04 Dez 2012, 6:51 am

spikehunter escreveu:
oU DESCULPA AE EU ME FIZ ENTENDER MAL eu vou te mostrar , primeiro errei o nome do digimon , ok é o seguinte eu achei esse bixo ai tivesse algo a em comum com as mascara, isso por que as vezes pra criar um personagem eles poderiam ter se baseado em algumas dessas histórias, esse Pokemon tem uma mascara esquisita na cara e no episódio as lendas a seu respeito, acabaram me chamando atenção, com algumas coisas parecidas com o que disse, eu só achei que talvez eles tivessem se inspirado nessas creepypastas, era só isso, e quanto a Torre não sabia que tinha dado toda essa repercução, eu joguei o jogo passei por ela mais na vi nada, alias quando li o mangá achei mais horripilante ainda e até no mangá pokemons morrem direto o que não vemos no anime... a quela parte onde o Blue aparece possuido é bizarra ...
Imaginei que estivesse querendo se referir ao Regigigas, mas não arrisquei a palpitar. Well, acho que não tem nada a ver; eu tenho Pokémon Platinum e há uma backstory acerca desse pokémon e, para falar a verdade, não encontrei nada de sinistro nele. Veja o que diz a Pokédex:

There is an enduring legend that states this Pokémon towed continents with ropes. It is believed to have shaped REGIROCK, REGICE, and REGISTEEL out of clay, ice, and magma.

Ele é uma fusão dos também lendários Regirock, Regice e Registeel. E aquilo que ele tem não é uma máscara, é o próprio corpo mesmo.
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Re: Creepypastas

Mensagem por spikehunter em Ter 04 Dez 2012, 5:20 pm

Pois he mais achei a aparencia dele muito terrivel bem , esclarecida a coisa então ...
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Re: Creepypastas

Mensagem por RukasuStorm em Qua 05 Dez 2012, 5:14 am

spikehunter escreveu:[..]até no mangá pokemons morrem direto o que não vemos no anime[...]

Vejo muita gente falando isso, mas em 40 volumes de PokéSpe só me lembro de 3 pokémons morrendo:

- O Doduo do Fuji-san, que por acaso, só foi mencionado que morreu.
- O Lapras do Mask of Ice, que foi apenas um Flashback.
- Um Deoxys

Não acho que isso é "morrem direto".
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Re: Creepypastas

Mensagem por spikehunter em Qua 05 Dez 2012, 6:24 am

como assim? no mangá que inspiraou os primeiros games de mesmo nome onde o personagem se chama red, ele mata o Onix do brock, e o charmileon do Blue Mata o Arbock de Kuoga ninja da equipe RoCket cortando a cobra no meio...
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Re: Creepypastas

Mensagem por RukasuStorm em Qua 05 Dez 2012, 7:48 am

spikehunter escreveu:como assim? no mangá que inspiraou os primeiros games de mesmo nome onde o personagem se chama red, ele mata o Onix do brock, e o charmileon do Blue Mata o Arbock de Kuoga ninja da equipe RoCket cortando a cobra no meio...

Cara, recomendo pesquisar um pouco mais antes de falar. O mangá não inspirou os jogos, os jogos de Pokémon foram o primeiro item lançado da franquia inteira. '-'

O Onix do Brock NÃO morre. Aquela Arbok NÃO morre. Se você ler até a segunda temporada do mangá (Chapter Yellow), você verá o Brock usando seu Onix de boa e o Koga falando que a Arbok dele não morreu.
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Re: Creepypastas

Mensagem por spikehunter em Qua 05 Dez 2012, 12:20 pm

A bom no manga´que tenho eu vi um explodir e o outro ser cortado ao meio , como poderia saber que vive se eu só tenho a primeira temporada...!! Mais fato é que no anime nem se quer acontece nada parecido ,e no mangá ja temos situações mais fortes certo!?

esta foi a cena que eu vi isso dai qual quer um vai achar que o bixo morreu poh!


essa ai foram as cenas que vi o mangá que tenho vai só um pouco depois dessa parte por tanto e vendo essas cenas ai achei que tinham morrido!
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Re: Creepypastas

Mensagem por RukasuStorm em Qua 05 Dez 2012, 12:30 pm

spikehunter escreveu:A bom no manga´que tenho eu vi um explodir e o outro ser cortado ao meio , como poderia saber que vive se eu só tenho a primeira temporada...!! Mais fato é que no anime nem se quer acontece nada parecido ,e no mangá ja temos situações mais fortes certo!?

esta foi a cena que eu vi isso dai qual quer um vai achar que o bixo morreu poh!


essa ai foram as cenas que vi o mangá que tenho vai só um pouco depois dessa parte por tanto e vendo essas cenas ai achei que tinham morrido!

Eu sei qual mangá é, e eu já li os 40 dos 41 volumes dele que estão disponíveis atualmente o Japão '-'
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Creepypastas

Mensagem por Ahri ~ em Qua 03 Abr 2013, 3:35 pm

Olá galerinha c:
bom, eu fiz uma busca rápida (usando o botão buscar mesmo) aqui nos tópicos dessa sessão e não apareceu nenhum que fosse destinado a esses contos que nos intrigam e confundem. Eu não sei se todos curtem, mas eu particularmente adoro essas estórias, mas como a maioria tem o poder, se não for do agrado apagamos o tópico '-'

Creio que todos saibam o que são as Creepypastas então pulemos o conceito (mas posso explicar caso alguém não saiba).
Outro detalhe é que algumas vezes elas não são escritas pra causar somente medo, algumas tratam-se de situações de tristeza profunda, que nos fazem refletir ou não se aquilo é real ou apenas inventado (de certo modo, acho que meio que dei um conceito .-.)

Sugiro que todos que passarem a frequentar o tópico também compartilhem alguma creeypasta (escrita ou em vídeo) em alguma de suas visitas. Ah! e eu acho que não precisa ser necessariamente só sobre Digimon, assim teremos um leque maior c:
Veremos no que dá rs

Pra inaugurar o tópico vou colocar um texto que traduzi do espanhol sobre a saga Adventure.

Spoiler:
A seguinte história que estou prestes a contar é real, descrevo os fatos que ocorreram em um trágico acidente em um acampamento de verão em torno de 1954 na cidade de Osaka, Japão, que matou sete crianças. Sim, o mesmo local onde os eventos ocorrem em Digimon Adventure.

Na tarde de 13 de agosto de 1954 um relatório estranho e de causar calafrios atingiu a sede da polícia em Osaka envolvendo um acidente na periferia da cidade, perto da cachoeira Ogama, o relatório incluía uma descrição do acidente, onde aparentemente uma enchente repentina do rio Naka arrastou ferozmente 7 crianças, levando-as rio abaixo até o infeliz destino que lhes aguardava, a morte. O relatório indicava o falecimento de duas meninas e cinco meninos. Os nomes das crianças estava anexado em uma página separada.

Yagami Taichi, 11 anos de idade.
Ishida Yamato, 11 anos de idade.
Takenouchi, Sora 11 anos de idade.
Koshiro Izumi, 10 anos de idade.
Tachikawa Mimi, 10 anos de idade.
Kido Jou, 12 anos de idade.
Takaishi Takeru, 8 anos de idade.

A notícia veio como dinamite para a comunidade de Osaka e a perda das vidas destas crianças derrubou a maioria das famílias dos mortos em uma depressão enorme, especialmente a irmã do falecido Taichi - Yagami Hikari - que consequentemente ficou seriamente doente e rapidamente era consumida pela enfermidade, tanto que até chegava ao ponto de afetar sua atividade cerebral, causando recorrentes delírios. Os enfermeiros que trabalhavam no hospital recusavam-se a trabalhar com a paciente, pois ela constantemente falava sozinha de maneira estranha, o que lhes causava grande horror. Uma certa madrugada sinistra e fria a enfermeira chefe de plantão que caminhava pelos corredores vazios começou a ouvir um murmúrio aparentemente de dor e correu até o quarto do tal paciente. Assim que abriu a porta e a pouca luz começava a iluminar o quarto escuro, viu um corpo estirado no leito, com uma expressão vazia e com os olhos praticamente fora das órbitas falando sem parar. O seguinte trecho descreve o que a enfermeira disse ter ouvido naquela noite:

"Lembro-me bem naquela noite, quando nós nos conhecemos, quem diria que uniríamos nossos corações e partiríamos para o Digital World, irmão espero que você esteja feliz com o que eu me tornei, estou mais forte, assim como eu posso dizer que essa aventura mudou tudo, eu não posso acreditar o quanto eu cresci e eu espero que, no futuro, possamos nos reencontrar, talvez ninguém vai acreditar em mim ou no que eu estou dizendo, talvez esteja louca como muitos dizem ... ouço meus pais dizerem que só sirvo para causar problemas, mas eu sei que dentro de nós existe um grande potencial e que podemos conseguir alcançá-lo quando nos reunirmos para nossa próxima aventura, não deixaremos que estes digimons maléficos tirem nossos sonhos, certo irmão?"

Aquelas palavras surpreenderam a enfermeira, pois claramente a menina fazia menção também às outras crianças que morreram naquele acidente, mas sabia-se que a menina jamais teve contato com os demais falecidos e sequer teria estabelecido qualquer comunicação com eles no passado. Ela continuou a contar essas "aventuras" até 1970, quando morreu de insuficiência respiratória.

A história se espalhou por todo o Japão e se tornou a precursora do que hoje é conhecido como a franquia Digimon, Aki Maita e Takeichi Hongo visitaram a família da falecida menina e pediram permissão para contar a história das criaturas mencionadas em suas alucinações, consultando também os pais das outras crianças, mas mantendo-as de acordo com os traços de personalidade descritos por Hikari em suas fantasias.

Tai foi caracterizado por ser alguém corajoso e rebelde, embora ainda desequilibrado por ter de cuidar desde muito pequeno de sua irmã mais nova e de saúde muito frágil, já que seu pai e sua mãe nunca estavam em casa. Seu Digimon simbolizava seu espírito aventureiro, mas também o medo de crescer e ter de enfrentar a idade adulta. Sempre que Hikari mencionava seu irmão sofria extrema tristeza sempre seguida de fortes convulsões.

Yamato era um garoto maltratado pelos pais, resolveu ir para o acampamento tentando fugir de sua cruel realidade, seu Digimon simbolizava o seu modo calmo e estratégico de ser, mas também para preencher o vazio da solidão que sentia, muitas vezes era sádico e rude com os outros. Hikari nunca o mencionou em suas histórias, talvez não fosse relevante.

Sora não tinha um bom relacionamento com sua mãe que enviou a menina para o acampamento na tentativa de deixá-la mais calma. Seu Digimon simbolizava o que Sora queria ser quando adulta, um piloto de aviões militares assim como seu pai, Hikari a descrevia como uma garota mandona e chorona.

Izumi, interessado na natureza pediu aos pais a experiência de ir para o acampamento sem imaginar o que o futuro lhe reservava, seu Digimon simbolizava o seu estudo e interesse em insetos e animais, e toda a expectativa que seus pais tinham sobre seu crescimento, diziam que o menino tinha um QI de um pouco mais de 130 e era descrito como meticuloso e perfeccionista por Hikari, nunca estabeleceu uma relação com ele em suas histórias, certamente por não conhecer sua maneira de ser.

Mimi, pediu aos pais a viagem para o acampamento assim como Izumi, pois era fascinada por espaços abertos e plantas, desfrutou não mais que que três dias de sua viagem antes do infortúnio trágico, seu Digimon simboliza seu amor por plantas e flores, "talvez o que a fascinava tanto nas plantas e flores era o fato de nunca ter tido a oportunidade de ficar tão próxima a elas devido uma grave alergia que possuiu", disse sua mãe. Hikari a descrevia como uma boa companhia, apesar de chorona e assustada, parecia estar com medo de saber o que lhe aconteceu de fato, pois também não a mencionava com frequência.

Jou, foi enviado ao acampamento pelo pai porque um amigo era dono do lugar onde o mesmo foi estabelecido, o pai mencionou que seu amigo presenciou o exato momento em que a enchente do rio engoliu Jou e o carregou rio abaixo. Hikari o descrevia com um sorriso vazio, sempre dizendo que era o mais assustado e desestabilizado de todos, o pânico dele causava muito medo a ela. Seu Digimon simbolizava uma maneira que Jou encontrou para lidar com o medo da água que adquiriu, assim seu Digimon sendo do elemento água deu-lhe algum alívio.

Takeru, sua mãe cometeu suicídio após a notícia e seu pai caiu em depressão após o incidente, o seu único filho tinha morrido como sua esposa e ele se recusou a falar sobre o caso, apenas concedendo o direito de Digimon. Seu Digimon representava a imagem mais próxima da inocência das crianças, um anjo desceu e tomou-o pelas mãos depois de uma súbita morte. Hikari o descrevia como uma pessoa boa e dizia sempre brincar com ele... "nunca me dava conta do que lhe havia acontecido enquanto estávamos lá", disse Hikari.

Quando pedi a análise de um psicanalista sobre o que representava o "mundo dos Digimons" ele concluiu que poderia ser o entendimento de Hikari sobre um tipo de limbo, o lugar pra onde ela imaginava que as almas das crianças iam ao morrer e que os Digimon eram a forma que seu subconsciente representou os anjos que as levavam até o "fim do caminho", atravessando uma estrada que muitas vezes trazia a eles grandes dificuldades e tormentos, sempre correndo o risco de ter suas almas puras corrompidas e influenciadas pelo mal.

Talvez tenha sido uma mera fantasia criada por uma menina doente e traumatizada ou quem sabe ela realmente podia se comunicar com aquelas pobres crianças, mas isso é algo que nunca poderei comprovar e certamente continuará guardado em nossas mentes como algo que jamais será explicado.

Retirado do site: http://creepypastas.com/la-verdadera-historia-de-digimon.html

Comentários (leia somente depois que concluir o conto):
Spoiler:
Não sei se alguém já havia lido antes de eu postar, mas achei interessante a ideia da pessoa, apesar de que ela não soube desenvolver bem a estória deixando bem claro pra qualquer um mais atento que não se trata de algo real (como pode ser comprovado no link). Usei minhas poucas habilidades de escritora para dar uma arrumadinha, editar, buscar palavras melhores e deixar o texto mais coeso, deu bastante trabalho mas se eu não o fizesse certamente ninguém nem entenderia algumas partes do conto (algumas eu continuo sem entender, como o final do relato sobre o Koushirou, da Mimi e do Takeru '-'). Espero que tenha melhorado ao menos 10%.

Até a próxima o/
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Re: Creepypastas

Mensagem por Marcy em Seg 08 Abr 2013, 5:15 pm

Tive uma ideia melhor: fundi o tópico da Ahri com o já feito pelo Chris. Uau Marcy, porque você não fez isso antes?? Bem, vou confessar: esqueci que dava para fazer isso -q

Ok, voltamos ao tópico. Já ouviram falar do Candle Cove?
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Re: Creepypastas

Mensagem por Mickey em Seg 08 Abr 2013, 11:56 pm

Fiquei sabendo agora... mas fiquei foi é cunfuso...
Os comentarios não condizem com o vídeo... e antes de entrar o chuvisco da imagem aparece um cara estranho em uma fração de segundo... quase não consegui pausar para ver xD~~

Alguém entendou algo? Marcy?

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Re: Creepypastas

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