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Otaku Neoclássico: Rótulos, Subcultura e a Identidade do Otaku Brasileiro

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Otaku Neoclássico: Rótulos, Subcultura e a Identidade do Otaku Brasileiro

Mensagem por Marcy em Sex 22 Mar 2013, 1:21 pm

A matéria continuação desta aqui que acabei trazendo ao fórum. A princípio, o autor não iria citar Digimon, mas encontrou na franquia exemplos ótimos para o texto. Trata-se da visão de como é o anime hoje e a identidade do otaku brasileiro atual e, enfim, reabre o tema: Digimon é uma franquia infantil ou não?


Há um mês postei um texto sobre Digimon X-Evolution e através dele pretendi começar uma discussão sobre o que é, de fato, uma “obra infantil”. Dentre os comentários, algumas pessoas mencionaram Digimon Tamers e outras disseram que não existe, de fato, algo como uma “obra infantil” ou que Digimon não é infantil.

Esses são pontos interessantes e que me fizeram questionar várias coisas por mais tempo do que esperava. E dessa vez, saindo um pouco do formato normal, vamos voltar falar de Digimon e, ao mesmo tempo, tentar arranhar um pouco mais algumas outras coisas.

Digimon chegou ao Brasil no que pode ser considerado o Segundo Boom do anime no país, ocorrido no final da década de 1990 e início dos anos 2000. Sendo adquirido pela Rede Globo como resposta a Pokémon, a primeira temporada causou impacto desde a sua estreia (mesmo que parte desse impacto tenha sido as clássicas acusações de apologias satânicas…) e rapidamente houve uma polarização entre aqueles que gostavam de Digimon e aqueles que gostavam de Pokémon (e, no meio, um grupo de crianças confusas).

Esse foi, talvez, um dos momentos mais importantes para a definição da subcultura Otaku Brasileira, além de um caso emblemático de algo que viria a ocorrer na cena na década seguinte.


Toda a polarização poderia ser (mal e parcamente) resumida numa discussão sobre o que é superior: uma série mais adulta ou uma mais infantil? Tal questão voltou à tona quando Digimon Tamers estreou na televisão aberta brasileira. Mais séria, sombria e lenta, a terceira animação da franquia foi, por inúmeras razões, um divisor de opiniões. Havia os que a odiavam por tentar ser adulta demais enquanto outros a amavam pelo mesmo motivo.

Tal discussão (não exclusiva ao Brasil) poderia ser generalizada para todos os animes produzidos e eventualmente culminou na dissidência da cena Otaku em dois grupos os chamados “Otacos” ou “Otaquinhos” e os “Otakus” (e aqui abro um parêntese para deixar claro que esses termos são apresentados aqui apenas para fins didáticos, então não me crucifiquem).

Enquanto ao primeiro pertenceriam os fãs de obras mais leves e simples, membros ativos da comunidade e fervorosos seguidores da “filosofia animística”, no segundo se encontrariam os membros mais “underground” ou “cultos”, apreciadores também de obras de outras nações. Como pode ter ficado claro, a divisão foi desenvolvida por aqueles que se designam “Otakus” (ou simplesmente como “pessoas que gostam de animação japonesa”) e deixa transparecer certo “elitismo cultural”.

Porém, ainda assim, parece que a questão central se mantém. A visão de um dos lados do grupo como “infantil” enquanto o outro seria “adulto” ainda está presente. Essa parece ser uma distinção essencial para a identidade do Otaku Brasileiro. Mas o que se esconde por trás disso?

Uma das afirmações feitas nos comentários foi que “Não existe obra infantil”. Será mesmo assim?

Existe atualmente um estigma muito grande com o que se costuma chamar de “rótulos”. Muitas pessoas os vêm em uma luz negativa devido à sua tendência de generalizar e despersonalizar coisas. A atribuição de um rótulo a um indivíduo, entidade ou produto seria, portanto, uma tentativa de simplificá-lo e, assim sendo, poderia ser considerado um desrespeito à obra. Surge então o comentário de que “não existe obra infantil”, carregando em si uma conotação negativa do que significa “infantil”, mas deixemos isso de lado por enquanto.

Essa afirmação deixa passar algo muito importante: animes são produtos e todo produto possui um público alvo. A criação de um rótulo não é somente uma jogada de descaracterização, mas também uma tentativa de apelo a determinado público. Quando algo é divulgado como “um filme de ação” pretende-se com isso atrair para esse filme o público que gosta de “filmes de ação”. Mas ao mesmo tempo em que atrai determinado grupo de pessoas, rótulos também afastam outros grupos.


Quando se escolhe atribuir a um anime o rótulo de “Seinen” espera-se atrair pessoas que gostem de histórias “pesadas” ao mesmo tempo em que se repele indivíduos que buscam uma diversão mais “leve”. Porém, o rótulo “infantil” carrega uma conotação muito diferente, pois o público alvo, as crianças, em geral ignoram tais classificações enquanto muitos são repelidos por obras assim classificadas. O resultado disso é um produto que apela não para o indivíduo em si, mas para os pais e para as lojas, em suma, para o mercado. E esse é um ponto central.

Por não haver um grande mercado dedicado aos produtos da cultura pop moderna japonesa no Brasil, parece ser um costume terrivelmente comum esquecer que todo anime é criado com um propósito comercial e quando se pretende vender um produto, colocar nele o rótulo correto pode definir seu sucesso ou fracasso. Negar que empresas colocam marcadores em produtos para tentar atrair um público para eles é tentar negar a própria realidade comercial. O que se pode — e deve — questionar é o que significam tais marcadores.

O marcador “infantil” pode ser ainda mais complexo e, porque não dizer, pessoal para o público Otaku Brasileiro por um fato simples: existe um estigma social de que animes e mangás são não só obras inferiores, mas também inerentemente infantis. Isso faz com que a sociedade pense toda a subcultura Otaku como uma cena inundada de velhos afligidos pela tão infame Síndrome de Peter Pan. Nesse contexto, o surgimento de um grupo que tenta se afastar de todo o estereótipo Otaku (que, interessantemente, é razoavelmente real) e passa a se identificar de modo diferente, ou a reclassificar o outro grupo.

Toda a questão da infantilidade, porém, parece sofrer de uma terrível síndrome de preto-e-branco, quando o que existe na verdade são, com o perdão do termo, muitos tons de cinza. E nisso Digimon é novamente exemplar. Mesmo a série original trabalhava com temas que normalmente não seriam considerados infantis de um modo sério e Tamers trata de assuntos como a barreira turva entre realidade e ficção e mesmo fé.

De certo modo, Digimon Tamers é uma espécie de Alice no País das Maravilhas (Chiaki J. Konaka, o roteirista principal da temporada, é fã assumido da obra do Professor Dodgson) em que assuntos complexos são explorados sob um manto de fantasia. Mas a falta de uma tradição fantástica no Brasil — infelizmente preso há séculos num realismo que nada mais é que um zumbi centenário — apenas torna toda a questão mais difícil de lidar.


É extremamente comum ver qualquer obra com elementos fantásticos ser tratada como “lixo inferior e infantil” pelos intelectuais e pseudo-intelectuais brasileiros, independente do seu valor estético ou filosófico ou mesmo de sua relevância para a cultura moderna. O que se torna ainda mais grave quando tais obras possuem uma estética tão diferente quanto à estética “animeística” (me lembrem de criar um termo melhor para isso). É assustador ver a dedicação dada a obras que discutem os valores de uma elite social do século XIX enquanto outras que tratam do lugar do indivíduo num mundo dominado pela conectividade são ignoradas simplesmente por pertencerem a uma tradição artístico-cultural diferente.

Nesse contexto, talvez seja possível que a questão do “infantil X maduro” seja convertida numa questão mais comum e típica: o conflito entre o velho e o novo e a negação de toda subcultura emergente. Sim, o que temos no Brasil é a alvorada de um movimento cultural influenciado pela estética pop japonesa, devorada e adicionada à cultura urbana brasileira.

Talvez em nenhuma outra nação no mundo (excetuando-se o Japão) as questões ligadas ao Otaku sejam tão fortes, algo, talvez, devido à própria natureza sincrética do Brasil. E se for esse o caso, toda a discussão que estamos presenciando pode ser o começo da formação da identidade cultural desse novo grupo. O processo de divisão interna e redefinição, comum a toda subcultura, está ocorrendo ao mesmo tempo em que temos tentativas de produção artística. E em tal cenário, a discussão de rótulos e de seu significado é não apenas natural, mas essencial para a evolução da subcultura.

Fonte: JBox

Há um trecho neste texto que eu gostaria de destacar:

Toda a questão da infantilidade, porém, parece sofrer de uma terrível síndrome de preto-e-branco, quando o que existe na verdade são, com o perdão do termo, muitos tons de cinza. E nisso Digimon é novamente exemplar. Mesmo a série original trabalhava com temas que normalmente não seriam considerados infantis de um modo sério e Tamers trata de assuntos como a barreira turva entre realidade e ficção e mesmo fé.

De certo modo, Digimon Tamers é uma espécie de Alice no País das Maravilhas (Chiaki J. Konaka, o roteirista principal da temporada, é fã assumido da obra do Professor Dodgson) em que assuntos complexos são explorados sob um manto de fantasia.

Para mim, Digimon não é uma franquia infantil, e, depois de 15 anos, percebo que nunca será. Porém, o que torna-a atraente para as crianças é a forma como Digimon é reproduzido no anime, nos games ou nos mangás: é uma franquia light, que trata de assuntos que não seriam viáveis para crianças de um modo indireto. Mas mesmo assim, esses "assuntos" estão ali, bem na frente de todo mundo.

Bom... tirem suas próprias conclusões.
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Re: Otaku Neoclássico: Rótulos, Subcultura e a Identidade do Otaku Brasileiro

Mensagem por Sky Warrior 96 em Dom 24 Mar 2013, 11:57 am

Bom todo e qualquer anime, seja tbm os desenhos da américa tbm, não são feitos para crianças. Para criança ainda em desenvolvimento, é muito complicado entender o desenrolar de uma história, as lendas, aquele personagem sem lado. De certo modo, os Animes foram feitos para Adolescentes e Adultos, pois se pode tirar uma idéia da vida do anime, a partir do contexto em que se vive, o que uma criança, com menos de 12 anos, difícilmente entenderia, ela apenas veria o anime pois é "legal" , "engraçado" e tem "figuras".

Por exemplo no caso de Digimon X, uma criança com uns 8 anos, veria e acharia: Legal uns monstros fódas, lançando ataques fódas, aeee eu quero ser aquele, porque ele é invencível.
Mas um Adolecente-Adulto já poderia ver com outros olhos, prestaria a atenção na história, poderia tirar conclusões de quem é o bem, ou quem é o mal. a manipulação em torno dos RK. E entre outras coisas.
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Re: Otaku Neoclássico: Rótulos, Subcultura e a Identidade do Otaku Brasileiro

Mensagem por spikehunter em Dom 24 Mar 2013, 9:04 pm

Até pode ser mais as crianças conseguem apesar disse entender sim comecei a ver na época tokusatu eu tinha 5 anos o meu filho hoje assiste alguns desses e animes e converso com ela pra ver o quanto entendeu do que está sendo visto, de fato a coisas complexas dependendo do anime mais eles conseguem sim pegar alguma coisa seja dos sentimentos o das ações mais principalmente pelo exemplo do herói ou vilão por isso as series mais infatis tem esses dois conseitos heroi e vilao bem definidos o que e justo certo ,o que é amizade ,bondade verdade,o que é ruim falso cruel eles podem entender tudo isso , mais claro como você disse não podem digerir ideis complexas e histórias mais densas e sem conseitos definidos, a exemplo disso tem muita coisa que via quando era mais novo que só entendi bem mas tarde as vezes revendo o anime,por isso que temos a facha etaria ,naturalmente um anime desenvolvido para adolecentes acima dos 12 anos não pode ser intendido pro crianças mais novas que 11 anos (com algumas raras exeções .... Digimon pra mim não se encaicha em anime infatil faz tempo tendo temas maduros e muitas vezes bem bolados de mais pros pequenos , podemos ver isso claramente em todas as series da fraquia os protagonistas muitas vezes são crianças mais sempre acabam tendo que tomar decisões e deles depende o destino muitas vezes de dois mundos ,uma criança só conseguiria talvez perceber que eles são heróris que estão do lado do bem e que lutam pra proteger coisas como o mundo ou suas vidas ou de suas familias e amigos ,ao talvez sobre amizade ,e poderia ver quem faz o outro lado o vilão o mal o feio o monstro maligno , e ai o que é bonitinho e legal como voce diz
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Re: Otaku Neoclássico: Rótulos, Subcultura e a Identidade do Otaku Brasileiro

Mensagem por Marcy em Seg 25 Mar 2013, 6:45 pm

É entre os 7 e 10 anos em que a criança começa a entender o enredo de uma animação, vocês estão exagerando ao dizer que é a partir dos 12. Antes disso, ela só assiste o desenho por ter figuras se mexendo, criaturas carismáticas e tal - como o Sky Warrior mencionou.

Na verdade, a maioria dos desenhos considerados infantis possui um enredo. É complicado você criar uma animação destinada a crianças menores de 7 anos e ela não possuir uma história. E, mesmo que consiga, perceberá que a criança não vai gostar. Acho curioso o fato de que, mesmo que não entendam, as criancinhas mais novas preferem um desenho animado com algum enredo do que um sem.

Digimon pode não atrair crianças pelo enredo, mas pela animação, com monstrinhos legais e aventuras legais. É um jogo de marketing, deixando o anime agradável tanto para crianças como adolescentes e até adultos - quanto mais fãs, não importa a faixa etária, melhor para o lucro. Sorry guys, mas temos que admitir que toda animação lançada na mídia tem um único fim: obter-se dinheiro.
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Re: Otaku Neoclássico: Rótulos, Subcultura e a Identidade do Otaku Brasileiro

Mensagem por Sky Warrior 96 em Ter 26 Mar 2013, 12:01 pm

Pior é que é uma triste mesmo Marcy, realidade, os animes atuais, são puramente para lucrar.

Vou pegar um exemplo de Anime bem evidente: Yu-Gi-Oh Zexal.

O anime em si é quase um verdadeiro lixo, e nele não tem nada a mais do que puro merchandising sobre as cartas, a história boa, ta quase esquecida. Ta atualmente tipo: "gostou da carta? vai lá na lojinha e compra uma"
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Re: Otaku Neoclássico: Rótulos, Subcultura e a Identidade do Otaku Brasileiro

Mensagem por Mickey em Qua 27 Mar 2013, 9:11 pm

De certo modo, Digimon Tamers é uma espécie de Alice no País das Maravilhas (Chiaki J. Konaka, o roteirista principal da temporada, é fã assumido da obra do Professor Dodgson) em que assuntos complexos são explorados sob um manto de fantasia. Mas a falta de uma tradição fantástica no Brasil — infelizmente preso há séculos num realismo que nada mais é que um zumbi centenário — apenas torna toda a questão mais difícil de lidar.

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Por isso temos uma Alice em Tamers! xD~~
Eu não sabia dessa. Para mim era apenas uma garotinha gótica que foi incluida na trama como os outros.
Hmmm olha só de onde veio...


Agora voltando ao tema do tópico...
Digimon é shonen? Acho que todas as temporadas foram...

Enfim, acho que não tem essa de idade ou genero no caso de Digimon.
Mas eu não comecei a ver Digimon por causa da história... era por causa dos monstros e das crianças...

Se eu era o público alvo então eles acertaram na mosca. Se não era... bom continuo sendo até hoje! xD~~
Hoje eu não vejo desenhos sem história... mas acho que é por ser adulto...
Agora Anime... se for algo muito semelhante a outro... ou quando viaja demais... eu em alguns casos ignoro...
Se for um dos que gosto, como Shonen... ou tiver o genero Mecha eu sempre dou uma oportunidade.

Eu sempre fico zuando um amigo que gosta do genero Ecchi... mas ainda vejo alguns...
Acho que é como dizem. Tudo para ganhar dinheiro, mas hoje tudo gira em torno disso.

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Re: Otaku Neoclássico: Rótulos, Subcultura e a Identidade do Otaku Brasileiro

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